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Posts Tagged ‘Bernardo Itri’

As discussões sobre a ida ou não de Ronaldinho Gaúcho para a Copa do Mundo já cansaram. De tão especulado agora, o tema virou capa das duas melhores revistas de futebol do Brasil. E o mais curioso: de formas BEM diferentes.

Em fevereiro, a Placar foi às bancas com a reportagem que chamava Ronaldinho de “o fantasma de Dunga”. Nela, a informação era contundente: o atacante do Milan vai jogar a Copa, de acordo com as fontes de Arnaldo Ribeiro, Bernardo Itri e Ricardo Perrone, que assinam o texto.

Já a opinião da ESPN é outra. Neste mês de março, Caio Maia, em um texto de críticas pesadas (e nem sempre justas) contra Dunga, diz que Ronaldinho não irá à Copa. “Nem se fizer quatro gols por jogo até o dia da convocação”.

"Ele tem que ir... mas não vai"
“Ele tem que ir… mas não vai”, decreta a ESPN de março

Aqui não há exatamente uma informação, e sim uma tese. Tudo se explica por causa dos critérios do técnico da Seleção, que são detalhados na reportagem. Ou seja, a ESPN entende que, com um grupo fechado e cheio de jogadores de confiança, não há espaço para que Ronaldinho vá à Africa do Sul.

Agora cabe a cada um acreditar no que quiser. Eu já comentei aqui e repito: não creio na convoncação do Gaúcho e nem é pelos argumentos de Caio Maia. Ronaldinho teve muitas atuações apagadas com a amarelinha e é isso que o barrará na lista de Dunga. Respeito, mas não concordo com esse critério.

No mais, só me resta torcer para que a Placar esteja certa. E é isso que farei: torcer apenas. Discutir essa questão já cansou… ponto final aqui.

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O corintiano que passar perto de qualquer banca de revista recentemente pode tomar um susto. A chamada de capa da Placar de dezembro é alarmante: “Kia ainda manda – O iraniano polêmico continua dando as cartas no Corinthians. Saiba como…”.


Entretanto, basta ler a reportagem de Ricardo Perrone, Bernardo Itri e Rafael Maranhão para percebemos que a manchete é apenas um exagero para vender revista. O corintiano pode ficar relativamente despreocupado, pois o poder de Kia não é tão grande assim.

O que existe de perigoso entre o iraniano e o time é apenas uma possibilidade de aproximação no futuro, já que o presidente Andrés Sanchez admite que pode existir negócios entre eles. No mais, sobram suposições bobas, denúncias não comprovadas e prestações de conta com o passado. Nada anormal.

A diretoria do Corinthians se incomodou com a reportagem e chegou a divulgar uma nota oficial de esclarecimento sobre o assunto. Evidentemente, foi negada a existência de qualquer relação recente com Kia.

Atualmente o empresário é um importante negociador de jogadores na Europa, e o time que deve se preocupar com ele é o Manchester City. Aparentemente, ele tem uma influência enorme nas contratações feitas pelo clube.

Já no Brasil tudo está mais controlado. A reportagem da Placar tem seu grande mérito quando explica, com um belo trabalho de arte, como funciona o trabalho de Kia hoje em dia. Aliás, trata-se de algo que realmente pode reaproximá-lo do Corinthians em breve. Mas de forma alguma o faz “mandar as cartas” por lá atualmente, como é informado na capa da revista.

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"O pôquer dominou o futebol", reportagem da revista Placar de outubro de 2009

A edição 1335 da revista Placar traz como principal destaque uma grande e chamativa reportagem sobre a nova mania entre os jogador

“O pôquer dominou o futebol” desanima logo no começo, pois os repórteres Bernardo Itri e Ricardo Perrone logo avisam que a reportagem “tentou falar com todos, inclusive Luxemburgo, mas não obteve sucesso”.

Mas isso acontece, tudo bem, é preciso seguir em frente, ler e analisar todo o texto. Nele, as apostas dos atletas em vários tipos de jogos são relatadas, mas pouco é mostrado sobre o jogo de cartas.

Existem várias histórias de atletas que apostam poucos valores no pôquer, como Diego Souza, que não deixa ninguém perder mais do que 300 reais no Palmeiras; ou Rogério Ceni, que brincar mais na internet e perde, no máximo, 100 dólares.

O caso que realmente chama a atenção é o de Vanderlei Luxemburgo. Segundo uma fonte da Placar, “diretores do Palmeiras reclamavam que Luxemburgo se dedicava muito ao carteado”, mesmo que os duelos acontecessem apenas nas suas folgas.

Isso porque o técnico comandava menos treinos para poder viajar ou jogar por longas madrugadas. Especula-se que ele já chegou a perder até mesmo 20.000 reais na mesa.

Fotos de Luxemburgo jogando pôquer na Argentina já caíram na internet

Fotos de Luxemburgo jogando pôquer na Argentina já caíram na internet

Esse é o grande perigo do pôquer. Trata-se de um jogo viciante, que precisa ser controlado para não deixar de ser só um passatempo das concentrações.

Não faltam exemplos de problemas por causa dos jogos: há quem diga que Fábio Costa, por exemplo, já teria tentado quebrar um taco de sinuca em Diego e Robinho em outros tempos.

A reportagem da Placar dá a impressão que a grande maioria dos jogadores se protege muito bem disso tudo. Mas quem acredita fielmente nisso?

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