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Posts Tagged ‘Chicharito’


Eu sou um dos maiores fãs de Alex Ferguson. O técnico escocês do Manchester United sabe como poucos aproveitar as peças do elenco, levar jogadores a renderem mais do que podem e fazer o Manchester United apresentar um futebol rápido, bonito e eficiente. Porém, na final da Liga dos Campeões, ele errou. Errou feio. E não se pode errar contra essa máquina chamada Barcelona!

O erro de Ferguson ficou claro para quem viu o jogo: a marcação do Manchester no meio-campo foi muito fraca por causa da escalação. Esse problema foi bem explicado por Caio Maia: “Giggs ou Chicharito teriam que sair do time, ou então o meio-campo seria perdido de novo. Nenhum dos dois saiu, e foi exatamente o que aconteceu”.

A questão me lembra os confrontos recentes do Barcelona contra o Real Madrid. Outro técnico genial, o português José Mourinho, percebeu que precisava sufocar o trabalho de meio-campo do Barça. Por isso improvisou Pepe como cabeça de área e ainda alinhou mais dois volantes à frente dele. A tática não deu certo na Liga, mas trouxe o título da Copa do Rei e poderia ter funcionado na competição europeia se Pepe não fosse um cavalo.

Chegaram a chamar Mourinho de “retranqueiro”, como sempre fazem alguns ignorantes que não sabem enxergar além dos resultados. Mas um possível caminho para vencer o Barça estava desenhado, de certa forma. Talvez o Manchester também não tenha as peças ideais para fazer essa tática funcionar. Mas Ferguson deveria ter tentado algo parecido. Será que ele ligou mesmo para Mourinho? Ele disse que faria isso…

O melhor de ver o Barça ser campeão foi ver o Puyol deixar o Abidal levantar a taça. Imagem pra história...
O melhor do Barça ser campeão foi ver o Puyol deixar o Abidal levantar a taça. Imagem pra história!

Mas seria um grande erro meu culpar apenas Ferguson pelo fracasso do Manchester United. Na verdade Messi é o grande culpado por isso. Apoiado pelos também geniais Xavi e Iniesta, ele deu show e colocou em nossas cabeças uma pergunta: onde Messi vai parar? Com apenas 23 anos, ele segue em franca evolução e já tem quinze títulos só pelo Barça, sendo que três são Ligas dos Campeões. Há ainda um Mundial na lista. Impressionante!

Mas prefiro seguir o conselho de Leonardo Bertozzi. Vou apenas desfrutar o fato de poder vê-lo jogar e ficarei “sem pressa para definir o lugar de Messi na história”. Só sei que o argentino vai longe, muito longe…

Aliás, quer saber? Será legal ver o Messi brilhar na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, levando a Argentina a um título impressionante. Eu quero mais é ver a história ser escrita na minha frente. Eu quero ver até onde Messi pode ir… e ele pode sim ir mais longe do que qualquer outro já foi!

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O que foi escrito antes da apresentação de Sergio Canales vale repetir…

Uma particularidade se desenha no mercado do futebol para a próxima temporada europeia: vários times estão fazendo apostas em jogadores jovens, pouco conhecidos, mas que podem estourar em breve.

É claro que o investimento em craques consagrados também devem acontecer, mas por enquanto, nos resta ficar de olho nesses novos talentos que estão migrando para grandes times da Europa. O post desta quinta trata de um caso desses e outros virão no futuro.

Prazer, eu sou uma das melhores revelações mundiais contratadas na Europa recentemente. O Manchester United foi me buscar no México e não vai se arrepender pelas sete milhões de libras (R$ 19 milhões) pagas. Sou atacante e quero retribuir isso com gols, como fiz em um amistoso nesta quarta-feira (clique aqui e veja o golaço).

Também já fui artilheiro em um campeonato nacional do meu país, pelo Chivas, e marquei 9 gols em 16 partidas pela seleção mexicana. Aliás, é bom lembrar: eu disputei a Copa do Mundo de 2010 e, apesar de só ter sido titular em um jogo, consegui mostrar meu talento na África do Sul, balançando as redes duas vezes. E ainda acumulei uma estatística curiosa: fui o jogador mais rápido da Copa, com uma velocidade de 32,15 km/h.

Minha história com o futebol começou há muito tempo atrás. Meu avô, Tomás Balcázar, fez história no México na década de 50. Meu pai, Chicharro Hernández, também se destacou pela seleção. Agora, com 22 anos, eu tenho desafio de honrar a história dos dois.

O tamanho desse desafio é tão grande quanto a honra que terei daqui pra frente. Jogar com atletas como Giggs e  Scholes será incrível para mim. Eu só tinha jogado com eles no meu PlayStation. Eu sempre assistia eles na TV. Sonhei com o dia em que atuaria aqui e agora isso se tornou realidade.

Com essas minhas características de velocidade e faro de gol, pretendo dar trabalho no Campeonato Inglês. Tenho consciência que devo ser reserva no início, mas, assim como na Copa, vou aproveitar as chances quando entrar em campo. Prazer, eu sou Javier Hernandez e vou deixar de ser uma revelação para se tornar uma realidade do futebol internacional.

Sou apelidado de Chicharito por causa do nome do meu pai
Sou apelidado de Chicharito por causa do nome do meu pai

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