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Posts Tagged ‘Copa das Confederações’

Há quem se preocupe com os recém-lesionados Kaká e Luís Fabiano. Há quem reclame da pouca variação tática do time de Dunga. Há quem alerte para a falta de opções no banco de reservas. Há até quem ainda lamente as ausências de Ganso e Neymar na África do Sul. Eu prefiro pensar em outro problema: o “risco Felipe Melo”.

Sem desmerecer todas as preocupações supracitadas, já que a maioria realmente faz sentido, acredito que o “risco Felipe Melo” é um problema ainda maior. O amistoso contra o Zimbábue trouxe poucas lições, mas claramente despertou esse alerta.

O segundo volante da Seleção Brasileira preocupa por questões técnicas e disciplinares. Ou seja, ele não só atrapalha a saída de bola como também desperta o medo de uma expulsão, já que foi capaz de arrumar confusão até em um duelo bobo contra um time inexpressivo.

Como escreveu PVC, “Felipe Melo não precisa ser tão nervoso, nem discutir o tempo inteiro com o adversário. Ele dá ritmo, mas às vezes aprofunda o passe quando é mais certo tocar curto.”, resumiu.

A edição de maio da revista Placar trouxe como capa “o risco Kaká”, alertando para o fato de não existir um plano B para a ausência do camisa 10 da Seleção. E é preciso atentar para a mesma situação com Felipe Melo.

Sem ele, Dunga vai acabar optando pelo pouco confiável Kléberson em seu lugar. Foi assim na Copa das Confederações de 2009. Mas na verdade a melhor opção seria Ramires, que jogaria bem ali, mas pouco foi testado nessa função e não deve ser o escolhido.

Dessa forma, cria-se um grande problema: um volante, que é considerado titular absoluto, não produz tanto com a bola, pode ser expulso ou suspenso a qualquer momento e não será substituído da forma correta. Esse é o “risco Felipe Melo”. Essa deveria ser a grande preocupação do Brasil.

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Com a mais recente convocação de Dunga e sua entrevista esclarecedora, já é possível prever quem serão os 23 jogadores que defenderão a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da África do Sul.

As dúvidas parecem cada vez mais resolvidas e, apesar de Dunga garantir que não está com a lista pronta, parece que uma enorme base já está pronta.

As últimas questões são: quem será o terceiro goleiro, os laterais-esquerdos e o reserva de Felipe Melo? Entretanto, mesmo esses problemas estão cada vez mais resolvidos.

Está longe de ser a lista ideal. Poderia ser melhor, é claro, mas também é preciso respeitar o bom trabalho de Dunga até aqui. Ele vai para a Copa do Mundo com moral e contará com esses jogadores em busca do hexa:

Goleiros
Júlio César (Internazionale-ITÁ)
Doni (Roma-ITÁ)
Victor (Grêmio)

Laterais
Maicon (Internazionale-ITÁ)
Daniel Alves (Barcelona-ESP)
Michel Bastos (Lyon-FRA)
André Santos (Fenerbahçe-TUR)

Zagueiros
Lúcio (Internazionale-ITÁ)
Juan (Roma-ITÁ)
Thiago Silva (Milan-ITÁ)
Luisão (Benfica-POR)

Volantes
Gilberto Silva (Panathinaikos-GRÉ)
Felipe Melo (Juventus-ITÁ)
Josué (Wolfsburg-ALE)
Kléberson (Flamengo)

Meias
Ramires (Benfica-POR)
Elano (Galatasaray-TUR)
Julio Baptista (Roma-ITÁ)
Kaká (Real Madrid-ESP)

Atacantes
Robinho (Santos)
Nilmar (Villarreal-ESP)
Luís Fabiano (Sevilla-ESP)
Adriano (Flamengo)

Gilberto é só uma experiência de Dunga, não deve ficar para a Copa. Marcelo e Kléber têm até mais chances do que ele. Mas prefiro apostar no André Santos.

Lucas ou Sandro ainda podem roubar a vaga de Kléberson, mas o volante do Flamengo estava na Copa das Confederações e conta com a fidelidade de Dunga.

No mais, é melhor não esperar mais por surpresas do técnico da Seleção Brasileira. E nem é hora para isso. Só nos resta torcer. E muito!

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NO SEU TIME

Com 67% dos votos, Neymar foi eleito melhor do que Molina HOJE. Pelo menos de acordo com os leitores do Opiniões em Campo.

Depois de perder a posição por um tempo, a jovem revelação santista tem conseguido superar o colombiano e jogou como titular no clássico contra o Palmeiras.

Parece que Vágner Mancini tem lido o blog e se deixou influenciar pelo resultado da enquete.

Nova enquete
Não consigo me conformar com a situação de Robinho na Seleção Brasileira.

Até o meio de 2008 eu era um defensor convicto de sua presença no time titular de Dunga. Ganhou muito crédito com ótimas atuações, isso é um fato. Mas já faz tempo que ele não repete grandes feitos. Para piorar, foi totalmente nulo na Copa das Confederações.

Aí o técnico olha para o banco, vê Alexandre Pato e Nilmar, que poderiam jogar em sua posição, e praticamente não faz esse teste em nenhum jogo. Não entendo…

Não seria melhor experimentar essa mudança? Ou seja, no seu time, que você escolheria primeiro hoje: Alexandre Pato, Nilmar ou Robinho? Responda na enquete ao lado! >>>

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VALE A VISITA

A Seleção Brasileira foi tricampeã da Copa das Confederações. Como não poderia deixar de ser, mesmo com o sucesso, muitos comentaristas falaram e escreveram muitas besteiras por aí.

Entretanto, o Opiniões em Campo é um blog otimista. É melhor destacar os posts positivos, que destacam fatos realmente relevantes sobre o belo título do time de Dunga.

São eles:

  • Alberto Helena Jr. destaca o quanto foi histórica a conquista da Selção Brasileira. Clique aqui e leia mais.
  • André Rocha faz uma ótima observação: como o título veio de forma emocionante, o “oba oba” nessa Seleção será muito menor do que na de 2006. Clique aqui e leia mais
  • Benjamin Back relata como a vibração da Seleção conseguiu contagiá-lo e voltar a empolgar o país do futebol. Clique aqui e leia mais
  • Paulo Calçade compara time de 2006 e destaca a raça apresentada pelo time atual. Clique aqui e leia mais.
  • Rodolfo Rodrigues destaca o papel de Luís Fabiano, que merecia ter sido eleito o melhor jogador da Copa das Confederações. Clique aqui e leia mais.

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SALA DE IMPRENSA

A derrota da Espanha para os Estados Unidos deixou todo mundo atordoado. Vários tentaram entender a zebra, mas apontaram motivos diferentes. Apenas um discurso foi mais presente: aquele que poupa a “Fúria” de críticas mais duras.

Ou seja, “Qualquer seleção pode ter um dia ruim, e nem mesmo uma equipe tão forte escapa disso”, como escreveu Leonardo Bertozzi.

“A Espanha segue sendo um grande time”, elogiou Maurício Noriega, que foi apoiado por Paulo Calçade: “Não se pode diminuir o futebol espanhol porque o time perdeu um torneio de pequena importância”

Alberto Helena Jr. e Lédio Carmona também seguiram por este caminho.

Salto alto e fúria norte americana
Juca Kfouri viu soberba nos espanhois: “Para quem estava há 35 jogos sem perder, não seria um time tão fraco que a venceria, pensaram os espanhóis”, escreveu, tendo sido apoiado por Marcel Buono.

E houve também, claro, quem enxergou os méritos dos EUA. Carlos Pizzatto fez justiça: “Méritos da comissão técnica e dos aplicados jogadores, que souberam minimizar o poder de fogo da Fúria”.

A conclusão é que aconteceu um pouco de tudo: em um jogo de exceção, que não pode servir para julgar o futebol da Espanha, os Estados Unidos jogaram bem e tiveram a ajuda de um certo salto alto dos adversários.

Isso é futebol… e cada um enxerga como quer.

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VALE A VISITA

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APITO FINAL!

Depois de hoje, foi impossível não comparar a Seleção do Dunga com a do Parreira, formada há quatro anos atrás, também na Copa das Confederações…

É muito pessimismo, eu sei. Mas é impossível não imaginar que pode acontecer com a Seleção o mesmo problema de antigamente: excesso de confiança, salto alto, arrogância, chame do que quiser…

Assim que saiu o terceiro gol contra a Itália eu lembrei de uma reportagem da Placar deste mês. O título era “Vamos ver o mesmo filme?”. E o começo da reprise parecia acontecer ali, diante dos meus olhos…

Agora uma dose de otimismo: vejo muito mais seriedade neste time de hoje do que no antigo. Basta perceber que, no 2º tempo contra a Itália, com a classificação garantida, o Brasil não relaxou. Jogou pior, mas não por se acomodar.

Que cada um escolha como pretende ver esta situação! Eu quero sempre enxergar o lado positivo. Mas é impossível mesmo não reparar nos pontos negativos.

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SALA DE IMPRENSA

A principal novidades nas análises sobre a vitória da Seleção Brasileira foi a crítica direcionada para a defesa do time de Dunga.

Depois dela estar tão bem nas Eliminatórias, foram três gols sofridos e alguns sustos. Ficou claro que há algum problema ali. O difícil é entender exatamente o que aconteceu.

Caio Maia citou a falta de concentração como motivo, mas também perguntou “Foi só isso?”.

PVC lamentou que não aconteceram os milagres de Júlio César, mas será que é cabível esperar sempre isso dele?

Mauro Cezar Pereira foi mais além e concluiu até que “falta mais cuidado com quem vem pela frente”.

Não dá para discordar completamente destas análises, mas o problema parece mais simples: Lúcio e Juan são bons zagueiros, então o defeito só pode estar ao redor deles.

Ou seja, Gilberto Silva não desarmana ninguém, Kléber é irritantemente discreto até na defesa, e Daniel Alves marca menos que Maicon, com quem o time está mais entrosado.

Só dá para ficar com pena dos zagueiros e de Júlio César. Que Dunga sinta o mesmo, reveja esta situação e corrija. Os comentaristas de futebol estão de olho!

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