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Posts Tagged ‘Décio Lopes’

Não é difícil imaginar como seriam os comentários se o Brasil tivesse perdido para os Estados Unidos na estreia da Seleção do Mano: todos pediriam calma, paciência e minimizariam o resultado. Só não entendo porque essa cautela toda tem que ser esquecida agora que o bom resultado veio e estreia foi boa.

É claro que foi um bom começo, empolgou a todos e apresentou uma base promissora para os próximos importantes 4 anos. Isso é óbvio. Mas também é evidente, pelo menos para mim, que é muito cedo para ir além desses elogios.

Não consigo aceitar certos discursos. Falam em quem “salvou o futebol brasileiro”, destacam uma “personificação da revolução no escrete canarinho” e até que “foi perfeito”. Calma! Compreendo o que levaram todos a escrever isso, mas… salvação? revolução? perfeição? Ainda não vejo tudo isso. Não virei mano do Mano tão rápido.

Prefiro ficar com a cautela de outros. “É precipitado fazer qualquer conclusão sobre a nova Seleção Brasileira e foi apenas um amistoso”, escreveu Gustavo Hofman.

“Não nos esqueçamos de que a nossa motivação era nível 10, a do adversário perto de zero. Não nos esqueçamos de que o time americano é bom e respeitável, mas não é top”
, lembrou Décio Lopes.

“Análises mais profundas, coletiva, tatica e individualmente, serão feitas com o tempo, pois como disse, é apenas o primeiro de mais de 50 jogos”, minimizou Vitor Sergio.

Com esse tipos de análise é mais fácil se identificar. Afinal, mostra um equilíbrio maior independente dos resultados. É assim que deve ser analisada essa Seleção do Mano, ainda mais no começo de trabalho: com cautela, com equilíbrio e sem dar tanta importância ao placar final dos jogos. Seja vitória ou derrota do Brasil.

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É um atacante que “fez sucesso por onde passou”, superou o fato de ser “desprezado, ignorado e debochado no Brasil”, foi “campeão, craque e artilheiro da última Bundesliga” e teve um “começo arrasador na competição de clubes mais importante do mundo”.

As conclusões acima foram tiradas de textos de Juca Kfouri, Lédio Carmona, Décio Lopes e André Rocha. Todos eles rasgaram elogios absolutamente justos para Grafite.

Autor dos 3 gols do Wolfsburg na estreia do time na Liga dos campeões, ele tem sido um dos poucos destaques brasileiros na Europa há mais de um ano.

Fica a pergunta que não quer calar, feita por Juca, sobre a presença dele na Seleção Brasileira: “o que mais Grafite precisa fazer para ter uma chance”?

Eu não sei responder… Só sei que vale a observação!

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SALA DE IMPRENSA

O óbvio aconteceu, mas é preciso fazer justiça: os comentaristas esportivos acertaram em suas análises feitas até mesmo antes do jogo entre Brasil e Argentina.

O favoritismo do time de Dunga era apontado por praticamente todos e se justificava por um fator determinante: a diferença entre as duas defesas.

Como explicou Vitor Birner antes do jogo: “A diferença indiscutível, enorme, está nas defesas. Em suma, claro que os hermanos podem vencer. Mas o Brasil é bem superior atrás”.

Foi o que aconteceu em campo neste sábado, como simplificou Maurício Noriega: “A Argentina é um arremedo de time, mesmo tendo muitos bons jogadores. A defesa é horrorosa”.

De um lado, Maradona “só não cuidou de dar um mínimo de segurança à sua defesa”, como bem definiu Alberto Helena Jr. Do outro, “a marcação brasileira é de primeira qualidade e fez a diferença durante toda a Eliminatória”, de acordo com Décio Lopes.

Além desse defeito, a bagunça ofensiva do time de Maradona era evidente: “É um amontoado de talento desperdiçado, mal treinado e sem direção”, escreve Lédio Carmona, apoiado por Dassler Marques, que define a Argentina como uma seleção “sem padrão tático e dependente de inspirações individuais, como no gol do fraco Dátolo”.

Com tudo isso previsto até antes do jogo e sacramentado depois do apito final, não tinha como acontecer o óbvio: uma vitória contundente brasileira, que foi “um dos maiores vexames da história”, como Paulo Calçade também previu desde quarta-feira.

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