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Posts Tagged ‘Diego Souza’

A CBF divulgou, nesta quinta-feira, a sua sempre bizarra lista dos melhores do Campeonato Brasileiro. Ela manteve alguns estranhos critérios, como a divisão de zagueiros e volantes pelos lados em que atuam.

Só isso já costuma gerar problemas na lista da CBF, mas ela não é descartável. Se por um lado alguns nomes importantes foram esquecidos, como Danilo, do Corinthians, existem também boas lembranças, como os jogadores do surpreendente Figueirense.

Além disso, não adianta só cornetar. É preciso também dar a cara para bater e eleger os meus melhores do Brasileirão 2011. É isso que tento fazer e justificar a seguir…

GOLEIRO

Fernando Prass (Vasco)
Prass não chega a ser um goleiro espetacular, mas os melhores do Brasil falharam demais no campeonato. Além disso, sua importância como líder na ótima campanha do Vasco merece destaque.

Vasco campeão

Fernando Prass pode levantar mais duas taças em 2011

Outros destaques: é uma posição em que poucos jogadores foram regulares, então Marcelo Lomba (Bahia) e Júlio César (Corinthians) conseguiram ficar entre os melhores.

LATERAL-DIREITO

Fágner (Vasco)
Sempre gostei do futebol dele, desde que surgiu no Corinthians. É técnico, rápido e sabe ir até a linha de fundo. Evoluiu muito na temporada e fez uma boa parceria com Éder Luis e Diego Souza nas jogadas de ataque do Vasco.

Outros destaques: é uma posição complicada no mundo, com poucos talentos, mas Bruno (Figueirense), Mário Fernandes (Grêmio), Nei (Inter) e Cicinho (Palmeiras) tiveram bons momentos. Além de Mariano, que melhorou no 2º turno.

ZAGUEIROS

Dedé (Vasco) e Antônio Carlos (Botafogo)
O vascaíno é indiscutível, mas achar seu companheiro nessa zaga não é fácil. A falta de bons zagueiros no Brasil preocupa, mas a evolução de Antônio Carlos merece ser premiada.

Outros destaques: Émerson (Coritiba), Leandro Castán (Corinthians) e Manoel (Atlético-PR) superaram suas limitações e surpreenderam. Já Rhodolfo (São Paulo) e Réver (Atlético-MG), zagueiros de qualidade, até foram bem, mas poderiam ter ido melhor.

LATERAL-ESQUERDO

Cortês (Botafogo)
Apesar de realmente ter caído de produção durante a reta final, o botafoguense impressionou por um longo tempo e não foi superado depois, até porque faltaram nomes de qualidade na posição.

Outros destaques: Juninho foi uma grata revelação do Figueirense, mas fora ele é difícil apontar outros nomes de qualidade. Talvez Fábio Santos (Corinthians), talvez Thiago Feltri (Atlético-GO), talvez Dodô (Bahia). Talvez, talvez, talvez…

VOLANTES

Ralf e Paulinho (Corinthians)
A dupla tinha tudo para ser um ponto fraco do Corinthians, mas surpreendeu e se tornou fundamental para o time de Tite. Fica o destaque principalmente para Paulinho, que se acostumou a fazer gols e deu uma valiosa dinâmica para o meio-campo do Corinthians.

Paulinho e Ralf, do Corinthians

Essa dupla surpreendeu!

Outros destaques: poucos volantes de marcação chamaram atenção. Wellington (São Paulo), Edinho (Fluminense) e Pierre (Atlético-MG) foram os menos piores. Já entre os que saem mais para o jogo, existem nomes melhores: Rômulo (Vasco), Filipe Soutto (Atlético-MG), Marcos Assunção (Palmeiras) e Renato (Botafogo), por exemplo.

MEIAS

Danilo (Corinthians) e Diego Souza (Vasco)
É outra posição em que ninguém foi suficientemente regular para se destacar de verdade. Mas a injustiça da CBF foi absurda, já que o meia do Corinthians foi fundamental nos grandes jogos, com sua experiência e poder decisivo. Já Diego Souza soube se encaixar no Vasco e, apesar de nem sempre brilhar, foi fundamental para o time.

Outros destaques: É possível citar ainda Oscar (Inter), Thiago Neves (Flamengo), Montillo (Cruzeiro), Elkeson (Botafogo) e Juninho Pernambucano (Vasco). Todos eles estiveram em um nível bem parecido com os dois meias citados acima.

ATACANTE

Neymar (Santos)
É a grande unanimidade. Mesmo que o Santos não tenha feito uma campanha para valer no Brasileirão, ele conseguiu fazer jogos em que foi simplesmente genial. Tornou-se a principal atração do campeonato.

Outros destaques: Wellington Nem brilhou demais na reta final do Figueirense. William sempre foi importante para o Corinthians. Mais irregulares, mas em alguns momentos até mais brilhantes, apareceram também Dagoberto (São Paulo), Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) e Osvaldo (Ceará).

CENTROAVANTE

Borges (Santos)
A oportunidade era muito boa para ele, afinal jogar em um time de qualidade, como o Santos, é prazeroso para qualquer centroavante. Mas ele soube aproveitar a chance como poucos e ainda contou com a irregularidade de seus concorrentes para se firmar como o melhor da posição, além de provavelmente levar a artilharia do Brasileirão.

Outros destaques: Fred (Fluminense) e Leandro Damião (Inter) tinham tudo para superar Borges, mas problemas físicos atrapalharam. Além deles, Liédson (Corinthians), Julio César (Figueirense) e Loco Abreu (Botafogo) também merecem a citação.

Borges e Neymar no Santos

Essa dupla tinha tudo para dar certo. E deu. Te cuida, Puyol!

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A atuação de Diego Souza contra o Cruzeiro, neste domingo, fora de casa, foi impressionante. Com três gols, ele manteve o seu time na liderança do Brasileirão 2011 e colocou uma dúvida na cabeça de todos: ele pode ser o craque que vai dar esse título para o Vasco?

A resposta é não. Não pode. A carreira de Diego Souza já mostra que seu principal problema sempre foi a irregularidade. Mesmo em times nos quais jogou muito bem, como Grêmio e Palmeiras, ele teve momentos péssimos. Mas dessa vez ele terá a chance de calar minha boca. Basta que não repita o que fez em 2009. Explico…

O Palmeiras liderava o Brasileirão 2009 com certa folga e tinha um craque no time: Diego Souza. A sua ótima fase chamou a atenção até de Dunga, então técnico da Seleção Brasileira, que o convocou para um jogo das Eliminatórias. Diego jogou pouco, mas foi queimado contra a Bolívia, em La Paz, e nunca mais vestiu a amarelinha. Pior: o meia sentiu o baque e o Palmeiras caiu drasticamente na tabela – não só por esse motivo, claro, mas também por isso.

Dois anos depois, a situação é parecida no Vasco. Convocado com justiça para uma Seleção que só tem jogadores que atuam no Brasil, Diego Souza não pode sentir o baque dessa vez – nem se for bem, muito menos se for mal. A concentração tem que estar no Vasco. Mas ainda duvido que ele consiga fazer isso.

O consolo para os vascaínos é a existência de um time que pode se sustentar sem o brilho de Diego Souza. Há Juninho Pernambucano, há Éder Luis, há Rômulo, há Bernardo, talvez… nenhum deles pode ser o craque do Brasileirão, mas todos têm qualidade para fazer com que o Vasco não dependa tanto de um craque.

É péssimo depender demais de apenas um jogador. Afinal, Conca só existe um. O Cruzeiro, de Montillo, que o diga. O Palmeiras de 2009 também…

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Em janeiro, após os primeiros jogos do Campeonato Carioca, seria ridículo apostar que o Vasco seria campeão de algo em 2011. Cinco meses depois, o time evoluiu, se reconstruiu e conquistou a Copa do Brasil. Mas o que mudou em tão pouco tempo?

É simples: a diretoria do time contratou bem e os reforços começaram a dar certo. Três recém-chegados foram decisivos para a evolução do Vasco. E todos eles chegaram com a temporada já iniciada. Diego Souza, Alecsandro e o técnico Ricardo Gomes mostraram resultados rapidamente e foram decisivos.

Subestimado no Inter, Alecsandro foi o artilheiro da Copa do Brasil
Subestimado no Inter, Alecsandro foi o artilheiro da Copa do Brasil

Além deles, há também aqueles que chegaram no começo do ano, mas demoraram um pouco mais para se adaptar. É o caso de Bernardo e Anderson Martins, que tinham feito um ótimo Brasileirão 2010 por Goiás e Vitória, respectivamente, mas poucos viram. E há ainda Juninho Pernambucano, que não estreou por enquanto.

Tudo isso passa pelo talento de um homem: Rodrigo Caetano, diretor executivo de futebol do Vasco. Responsável pelas contratações do time, ele não acertou todas (Leandro ‘Gianecchini’, por exemplo, foi um grande erro). Mas tem comprovado toda a fama que conquistou no Rio de Janeiro ultimamente.

É preciso citar também o trabalho das categorias de base, já que jovens como Rômulo e Allan foram fundamentais no título. Mas a política de contratações do Vasco está perto da perfeição. Não foi apenas o campeão da Copa do Brasil. Foi também vencedor da grande disputa que é o mercado da bola.

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A derrota de Ricardo Teixeira está mais do que confirmada. O técnico que o incompetente presidente da CBF queria para a Seleção Brasileira não assumiu a equipe, que mesmo assim ficará em boas mãos. Assim como quase toda a imprensa, acredito no sucesso de Mano Menezes.

Além de ter comandado boas campanhas no Grêmio, é um treinador que fez um ótimo trabalho em 2009, sempre destacado aqui. Errou no seu maior desafio, a Copa Libertadores de 2010, mas soube recuperar o Corinthians como poucos fariam. Além disso tudo, existe uma questão tática interessante que merece ser destacada.

Mano usou o 4-2-3-1 no já citado Corinthians de 2009, por exemplo, e também no Grêmio de 2007. Esse foi o mesmo esquema de Dunga na Copa de 2010. Essa coincidência pode fazer com que a Seleção evolua com facilidade rumo à disputa da Copa de 2014. Claro que é preciso renovar as peças. Mas Mano não terá dificuldades para fazer isso com a maioria das posições.

O Brasil tem ótimos volantes. Lucas Leiva e Elias, que já trabalharam com Mano, devem receber mais chances a partir de agora. E ainda existem boas opções como Denílson, Sandro, Arouca, Ramires e Hernanes. Todos esses devem aparecer nas próximas listas da Seleção.

Mano também terá opções para escolher seus meias centrais de criação, já que Kaká, Ganso, Diego e Giuliano são algumas das boas opções que ele tem para compôr esse setor e fazer as funções que eram de Tcheco em 2007 e de Douglas em 2009.

A variedade de alternativas ainda aumenta quando estudamos quem poderá criar pelas pontas. Mano já comandou Carlos Eduardo e Diego Souza nesa posição, portanto são jogadores que podem voltar para a Seleção. Além deles, Elano,  Alex (ex-Inter), Michel Bastos e os atacantes Robinho, Nilmar, Neymar e Pato também podem ser lembrados.

Acostumado a trabalhar com Ronaldo no ano passado, um grande problema para Mano deve ser achar o centroavante ideal para a Seleção. Mas isso é assunto para outro post em breve…

Veja também:

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Em negrito – o jogador e o time que pretende contratá-lo
Em itálico – a posição e o último time do atleta

A fonte do boato está linkada no nome do jogador

DEMOROU!

Inter de Milão – Miguel Veloso (V-Sporting) – O português é bom de bola e seria uma opção interessante entre os reservas do time italiano.

Lyon – João Moutinho (M-Sporting) – O português se encaixaria bem no esquema do time francês, que precisa de meias criativos e marcadores.

Manchester City – Buffon (G-Juventus) – Seria uma contratação tão impressionante que fica até difícil acreditar nesse boato.

TANTO FAZ…

Inter de Milão – Hugo Lloris (G-Lyon) – Não é dó mesmo nível de Buffon, é claro, mas tem mostrado muito potencial pelo Lyon.

Juventus – Michel Bastos (M-Lyon) – É difícil saber se o brasileiro já está pronto para brilhar em um grande centro europeu, mas, pelo que tem feito na França, é justo que ele receba essa chance.

Manchester United – Benzema (A-Real Madrid) – Foi ofuscado por Higuaín no Real, mas pode ser uma opção melhor que Berbatov no time inglês.

Sporting – Diego Souza (M-Palmeiras) – O time português quer contratá-lo para o lugar de João Moutinho. Não daria certo nessa posição, mas pode render se for escalado de outra forma.

CAI FORA!

Juventus – Kuranyi (A-Schalke 04) – O brasileiro naturalizado até pode saber fazer gols, mas está longe de ser o centroavante diferenciado que o time italiano realmente precisa.

Milan – Cacau (A-Stuttgart) – Vou ter que me repetir: o brasileiro naturalizado até pode saber fazer gols, mas está longe de ser o centroavante diferenciado que o time italiano realmente precisa.

NÃO ENXERGAM?

Luka Modric (M-Tottenham) – O meia croata se recuperou bem de uma lesão recentemente e logo voltou a se destacar no duro futebol inglês. Tem habilidade e bom passe para brilhar em outros grandes clubes europeus.

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Melhor goleiro: Victor (Grêmio)
É um goleiro diferente, que se posiciona melhor do que a maioria. Conseguiu seu espaço garantido na Seleção Brasileira, deve ir à Copa do Mundo e tem mostrado potencial para ser o futuro nº 1 do time nacional.

Outros destaques: Fábio (Cruzeiro), Marcos (Palmeiras) e Jefferson (Botafogo)

Melhor lateral-direito: Jonathan (Cruzeiro)
É o mais completo e o mais regular. Sabe apoiar o ataque, mas também cumpre bem suas funções defensivas. Além disso, contou com o 1º turno ruim de seus principais concorrentes.

Outros destaques: Vitor (Goiás), Léo Moura (Flamengo) e Apodi (Vitória)

Melhores zagueiros: Miranda (São Paulo) e Danilo (Palmeiras)
O zagueiro tricolor dispensa comentários. Mesmo longe da sua melhor fase, sobra entre os beques no Brasil. Já o defensor alviverde conseguiu se destacar mesmo em um sistema defensivo que se desintegrou ao longo do campeonato, sempre com liderança e técnica.

Outros destaques: André Dias (São Paulo), Álvaro (Flamengo) e Réver (Grêmio)

Melhor lateral-esquerdo: Júlio César (Goiás)
É uma pena que ele tenha piorado no 2º turno, juntamente com seu time. Mesmo assim, é preciso lembrar de suas ótimas atuações, com forte presença ofensiva, em boa parte do Brasileirão.

Outros destaques: Diego Renan (Cruzeiro), Márcio Careca (Barueri) e Thiago Feltri (Atlético-MG)

Melhor 1º volante: Pierre (Palmeiras)
Era um dos pilares do Palmeiras favorito ao título do Brasileirão. Quando se machucou, ficou difícil achar um substituto para ele, já que é difícil achar alguém com características tão boas quanto as suas para defender e desarmar.

Outros destaques: Sandro (Inter), Valencia (Atlético-PR) e Maldonado (Flamengo)

Melhor 2º volante: Hernanes (São Paulo)
Demorou para achar seu futebol durante todo o ano, mas, quando conseguiu, foi o suficiente para liderar o tricolor paulista rumo à disputa de título e à conquista de uma vaga na Copa Libertadores.

Outros destaques: Willians (Flamengo), Corrêa (Atlético-MG), Léo Gago (Avaí)

Melhores meias: Diego Souza (Palmeiras) e Petkovic (Flamengo)
Nenhum dos dois teve uma regularidade interessante durante toda a competição, mas isso não tira os méritos de cada um. O importante é que ambos tiveram marcantes atuações individuais e às vezes até carregaram sozinhos seus times ao topo da tabela.

Outros destaques: Conca (Fluminense), Giuliano (Inter), Cleiton Xavier (Palmeiras) e Marquinhos (Avaí)

Melhores atacantes: Diego Tardelli (Atlético-MG) e Adriano (Flamengo)
Finalmente tivemos artilheiros que, além de balançar as redes, também participaram bem dos jogos. A dupla técnica e goleadora é presença obrigatória em qualquer lista razoável de melhores do Brasileirão 2009.

Outros destaques: Fred (Fluminense), Fernandinho (Barueri) e Marcelinho Paraíba (Coritiba)

Melhor técnico: Silas (Avaí)
Nenhum outro técnico teria conseguido o que ele fez. Agora é ver se ele vai aguentar a pressão quando assumir um time grande e tiver mais pressão.

Outros destaques: Andrade (Flamengo), Celso Roth (Atlético-MG) e Adilson Batista (Cruzeiro)

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BOLETIM BR

O ORGULHO DA TORCIDA

Palmeiras – O time passou por uma mudança tática interessante, teve o retorno de jogadores que fizeram muita falta e deu vários motivos para sua torcida comemorar a vitória contra o Atlético-MG no Palestra Itália.

A PIADA DOS ADVERSÁRIOS

Náutico – Tomou 5 gols do quase rebaixado Santo André e vai ter que disputar a Série B em 2010, junto com o rival Sport.

TROFÉU HERÓI

Darío Conca – Marcou 2 gols contra o Vitória e foi o principal responsável por tirar o Fluminense da zona de rebaixamento. Nada mais justo para quem carregou o time sozinho durante boa parte do Brasileirão 2009.

TROFÉU VILÃO

Vanderlei – O goleiro do Coritiba errou ao não agarrar o chute de Henrique,

Dessa forma, animou os cruzeirenses a buscar a virada ainda no 1º tempo.

UM SHOW EM 90 MINUTOS

Goiás 4 x 2 São Paulo – O time esmeraldino não se intimidou diante do ex-líder do Brasileirão, que até começou bem o jogo, depois teve que mostrar garra e tentar reagir até o fim, mas não conseguiu.

DETALHE TÁTICO

Botafogo – Estevam desistiu do 3-5-2 quando percebeu que tinha Jóbson, jovem revelação talentosa que se encaixava melhor no 4-4-2.

Sem ele, suspenso, o time não teve a movimentação necessária e perdeu por 2 a 0 para o Atlético-PR, em um jogo crucial na luta contra o rebaixamento.

O FUTEBOL É INJUSTO

Corinthians 0 x 2 Flamengo – O péssimo Evandro Rogério Roman manchou a vitória do Rubro-Negro, que talvez vencesse até sem qualquer erro de arbitragem, simplesmente na bola.

O FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

Goiás – Com um profissionalismo que merece ser exaltado, o time mostrou porque foi uma das sensações do campeonato durante o 1º turno.

ALGUÉM ME EXPLICA?

Ricardinho e Corrêa no banco – Celso Roth mexeu em peças fundamentais do Atlético-MG e viu seu time ser batido pelo Palmeiras, perdendo qualquer chance de disputar a Copa Libertadores de 2010.

ALARME

São Paulo e Palmeiras – Os dois times paulistas ainda sonham com o título, mas correm o risco de ficar fora até do G4.

O Cruzeiro enfrenta um desmotivado Santos e torce por qualquer tropeço, seja do tricolor contra o Sport, seja do alviverde contra o Botafogo.

VALEU O INGRESSO

Diego Souza – Foi um absurdo de golaço.

É o mais bonito do Campeonato Brasileiro sem dúvidas e, pela dificuldade do lance, com certeza é um dos mais belos que já vi na vida.

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Intitulado de “A Seleção ganha, o Brasileirão perde”, um texto meu neste blog tentou adivinhar qual jogador da Seleção Brasileira faria mais falta ao seu time durante as 28ª e 29ª rodadas do Brasileirão.

Agora é a hora de calcular o tamanho real do prejuízo:

Palmeiras sem Diego Souza
Foi palpitado que seria a principal ausência. Dito e feito: o time tropeçou duas vezes e perdeu a chance de abrir até 10 pontos de vantagem na liderança. Outros desfalques, como a suspensão de Vágner Love, pioraram a situação.

São Paulo sem Miranda
O time teve que improvisar Zé Luís e Richarlyson na posição. Resultado: dois tropeços, contra Coritiba e Flamengo. Eu previ que seria um período “relativamente tranquilo”, mas claramente foi o contrário.

Atlético-MG sem Diego Tardelli
Usou Rentería em seu lugar, mas o colombiano não correspondeu e foi até substituído nos dois jogos. As derrotas para Botafogo e Cruzeiro vieram também como consequência desse problema no ataque.

Inter sem Sandro
Glaydson virou titular no time de Mário Sérgio, que ainda conseguiu uma vitória contra o Náutico, mas vacilou contra o Atlético-PR, em casa. Como eu tinha escrito, “o time não devia ter vendido Magrão”.

Flamengo sem Adriano
Foi o único time a ficar sem derrota, tendo empatado com o Vitória e vencido o São Paulo. Mas que os rubro-negros não se iludam: Dênis Marques não inspira confiança e é preciso que Zé Roberto dê certo ao lado do Imperador.

Grêmio sem Victor
O máximo que o time conseguiu foi um empate fora de casa, contra o Atlético-PR. Mas foi na derrota para o Corinthians que o reserva da Seleção Brasileira fez mais falta. Marcelo Grohe, o reserva, tem futuro, mas não está pronto.

No final, a pergunta do título deste post fica sem resposta. Praticamente todos fizeram falta da mesma forma e deixaram muitas saudades.

O Brasileirão só não perdeu tanto porque ganhou em emoção, com a tabela cada vez mais apertada, mesmo tão perto do fim.

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BOLETIM BR

O ORGULHO DA TORCIDA

Palmeiras – Chegou a dar a impressão de que enfim vacilaria, mas venceu um clássico importante e segue firme na liderança.

A PIADA DOS ADVERSÁRIOS

Náutico – Em casa, de virada, tendo até 2 jogadores a mais. Assim foi a derrota vergonhosa do Timbu para o São Paulo.

TROFÉU HERÓI

Adriano – O Imperador foi soberano no clássico contra o Flu, mas contou ainda com uma grande ajuda de Zé Roberto

TROFÉU VILÃO

João Paulo – Foi expulso ainda no 1º tempo do jogo contra o Botafogo e prejudicou demais o Goiás.

UM SHOW EM 90 MINUTOS

Grêmio 3 x 3 Sport – Os vacilos do tricolor gaúcho, que esteve quase sempre à frente no placar, aumentaram a emoção da partida.

DETALHE TÁTICO

Botafogo e Atlético-PR no 4-4-2 – Eles jogaram fora de casa, mas mudaram e surpreenderam.

Ambos conseguiram vitórias importantes e podem ter encontrado novas soluções para o futuro.

O FUTEBOL É INJUSTO

Santo André x Vitória – Não dá nem pra saber direito quem foi mais injustiçado de tão bizarro que foram os erros do juiz.

As expulsões do jogo foram totalmente inexplicáveis e a arbitragem comprometeu a partida mais uma vez.

O FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

Sport – Não dava pra imaginar que o time pernambucano complicaria a vida do Grêmio no Olímpico, coisa que a maioria dos outros times não conseguiu até agora.

ALGUÉM ME EXPLICA?

Corinthians sem lateral-esquerdo –  A diretoria não percebeu que é impossível sobreviver com tanta improvisação?

Contra o Atlético-PR, os 3 gols saíram nesse setor, que claramente é um ponto fraco do time de Mano Menezes.

ALARME

Jogadores na Seleção Brasileira – Adriano, Diego Souza e Diego Tardelli se destacaram na rodada, mas agora vão desfalcar suas equipes por 2 rodadas.

Além deles, Miranda e Sandro também vão servir Dunga. Será que esses 5 times resistirão sem eles? Cuidado!

VALEU O INGRESSO

André Lima – Talvez nem tenha sido o gol mais bonito, mas foi uma bela jogada e ganha por vir de uma pessoa tão… inusitada, pra dizer o mínimo.

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Header Direto das Bancas

"O pôquer dominou o futebol", reportagem da revista Placar de outubro de 2009

A edição 1335 da revista Placar traz como principal destaque uma grande e chamativa reportagem sobre a nova mania entre os jogador

“O pôquer dominou o futebol” desanima logo no começo, pois os repórteres Bernardo Itri e Ricardo Perrone logo avisam que a reportagem “tentou falar com todos, inclusive Luxemburgo, mas não obteve sucesso”.

Mas isso acontece, tudo bem, é preciso seguir em frente, ler e analisar todo o texto. Nele, as apostas dos atletas em vários tipos de jogos são relatadas, mas pouco é mostrado sobre o jogo de cartas.

Existem várias histórias de atletas que apostam poucos valores no pôquer, como Diego Souza, que não deixa ninguém perder mais do que 300 reais no Palmeiras; ou Rogério Ceni, que brincar mais na internet e perde, no máximo, 100 dólares.

O caso que realmente chama a atenção é o de Vanderlei Luxemburgo. Segundo uma fonte da Placar, “diretores do Palmeiras reclamavam que Luxemburgo se dedicava muito ao carteado”, mesmo que os duelos acontecessem apenas nas suas folgas.

Isso porque o técnico comandava menos treinos para poder viajar ou jogar por longas madrugadas. Especula-se que ele já chegou a perder até mesmo 20.000 reais na mesa.

Fotos de Luxemburgo jogando pôquer na Argentina já caíram na internet

Fotos de Luxemburgo jogando pôquer na Argentina já caíram na internet

Esse é o grande perigo do pôquer. Trata-se de um jogo viciante, que precisa ser controlado para não deixar de ser só um passatempo das concentrações.

Não faltam exemplos de problemas por causa dos jogos: há quem diga que Fábio Costa, por exemplo, já teria tentado quebrar um taco de sinuca em Diego e Robinho em outros tempos.

A reportagem da Placar dá a impressão que a grande maioria dos jogadores se protege muito bem disso tudo. Mas quem acredita fielmente nisso?

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SALA DE IMPRENSA

Espanta a empolgação de alguns comentaristas esportivos sobre a pequena arracanda do Palmeiras no Brasileirão 2009. Não consigo concordar com Michel Laurence, Caio Maia, Neto ou Juca Kfouri, por exemplo.

Eles escreveram, respectivamente, que o time de Muricy Ramalho “pode encomendar as faixas porque o título vai chegar”, que “ninguém, a não ser o próprio Verdão, pode tirar o título do Palestra”, que “vai ser difícil segurar esse quarto e inédito título do competente Muricy” ou simplesmente apostaram que o alviverde “será pentacampeão brasileiro”.

É claro que a vantagem conquistada recentemente é importante, os talentos de Muricy e de Diego Souza estão aparecendo e o trabalho da diretoria é ótimo. Como muito bem escreveu Dassler Marques, “há algumas características na campanha palmeirense que indicam merecimento no Brasileiro”.

Mas merecer nem sempre é vencer. E os problemas do líder ainda podem fazer o time perder. Como destaca Mauro Betting, “falta elenco” e o Palmeiras ainda “não mostrou jogo de líder absoluto de campeonato tão equilibrado”. Basta ver o problema gerado pela lesão recente de Maurício Ramos, comentado via twitter.

Não acredito que o time caia nessa armadilha do favoritismo e se acomode. Mas seria interessante que os comentaristas esportivos também não se empolgassem tanto. Ainda faltam 12 rodadas…

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TABELINHA

Com a Seleção Brasileira classificada pra Copa, Dunga podia usar o bom senso e não convocar ninguém dos times que jogam a reta final do Brasileirão 2009.

No entanto, ele optou por chamar um de cada candidato principal ao título: Diego Souza, do Palmeiras, Miranda, do São Paulo e Sandro, do Inter. A maior culpa não é dele, claro. É de quem organiza o calendário para que essa aberração aconteça.

Mas agora só resta avaliar: quem perde mais com esses desfalques?

Diego Souza fora do Palmeiras: O time depende demais dele, mas a tabela favorece um pouco: Avaí (em casa) e Náutico (fora).

Miranda fora do São Paulo: Rodrigo entra em seu lugar e não costuma ir mal. Os adversários são Coritiba (em casa) e Flamengo (fora). Relativamente tranquilo.

Sandro fora do Inter: O time não devia ter vendido Magrão, que agora fará falta. Os jogos serão no Beira-Rio e contra equipes fracas, mas desesperadas. São elas Náutico e Atlético-PR.

Fico realmente dividido entre Inter e Palmeiras para dizer quem saiu mais prejudicado. Como um confronto do alviverde é fora de casa, é bem possível que o atual líder do campeonato tenha o pior problema com essa convocação.

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