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Posts Tagged ‘Felipão’

A saída de Mano Menezes da Seleção Brasileira já foi bastante discutida. É praticamente unânime: foi a decisão certa na hora errada. Faria sentido demitir Mano depois da Copa América ou da Olimpíada de Londres. Não agora, quando o trabalho estava em evolução. Muitos comentaristas seguiram essa linha ao comentar o assunto, como Arnaldo Ribeiro e Fabio Chiorino. Há também quem acredite em motivações políticas para justificar a decisão, como Menon e Sergio Xavier. Não duvido.

Mas o leite está derramado e não adianta chorar. É preciso olhar para frente e ver quem deve assumir o cargo. Inclusive já foi criada praticamente uma campanha para que Pep Guardiola seja o novo técnico do Brasil – além do pedido de comentaristas, como Lédio Carmona e Antero Greco, houve até uma carta aberta feita pelo Lance!, neste domingo. É evidente: seria no mínimo interessante ver o espanhol no comando do Brasil.

Mas permitam-me ser pessimista: duvido que Guardiolá vá assumir a Seleção. O diretor de seleções da CBF, Andrés Sanchez, tem repetido que não quer um estrangeiro no comando. É claro que o ex-presidente corintiano está com menos poder agora, mas vejo José Maria Marin com o mesmo pensamento – retrógrado e conservador, ele jamais vai aceitar que um espanhol treine a Seleção na Copa do Mundo que acontecerá no Brasil. Para eles seria uma afronta, não uma revolução.

Além disso, firmo meu pessimismo em outro raciocínio: a CBF jamais demitira Mano agora, sem um grande motivo, se não tivesse outro técnico de ponta engatilhado. E no momento parece óbvio: Felipão é a carga na manga de Marin. Sem clube, ele já poderia ter acertado ou pelo menos negociado com outros times de ponta, como Grêmio e Inter, além de clubes do exterior. Mas provavelmente se resguardou porque tem a certeza de que vai assumir a Seleção. Com uma ressalva.

Mas é claro que há uma ressalva: afinal, se Felipão estivesse 100% confirmado, poderia ser anunciado agora, não em janeiro apenas. O que fez a CBF adiar esse anúncio é o “fator Tite”. Explico – o técnico do Corinthians é competente, tem estilo que agrada à CBF, quer assumir a Seleção e está em alta. Porém, vai disputar o Mundial de Clubes em dezembro. É preciso esperar o que vai acontecer no Japão para que a CBF tome a última decisão.

Caso o Corinthians vença, Tite estará elevado ao nível de Deus entre os corintianos e será cada vez menos contestado por outras torcidas. Aproveitará para sair em alta do time paulista e irá direto para a Seleção, tomando o lugar que seria de Felipão. Caso perca, continuará bem no Corinthians e deixará o lugar aberto para seu companheiro gaúcho, que já está conversado com a CBF.

É claro que tudo isso é observação e análise, não informação. Mas parece muito mais realista do que imaginar que Guardiola vá assumir a Seleção às vésperas da Copa de 2014…

Me surpreenda, Marin.

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A boa notícia é para o São Paulo, que finalmente se encontrou e mostrou que pode lutar pelo título do Campeonato Brasileiro. A má notícia é para o Palmeiras, que provou de vez que vai lutar contra o rebaixamento até o final do Campeonato Brasileiro. Estas conclusões sobre os times paulistas foram as principais lições que saíram da 20ª rodada, mas vamos por partes.

Primeiro o Palmeiras: é inegável que o título da Copa do Brasil acabou prejudicando o time – por causar um relaxamento natural e por  ter feito vários jogadores chegarem ao limite físico. Essas lesões que vieram depois também comprometeram, até porque o elenco comandado por Felipão é fraco. Mas é preciso deixar algo bem claro: a expectativa do Palmeiras sempre foi de ficar na parte de baixo da tabela.

Antes do Brasileirão começar, a situação do Palmeiras foi descrita no Opiniões em Campo como “com medo de lutar contra o rebaixamento”. E essa deveria ter sido a preocupação do time desde o começo, até porque a posição na tabela sempre indicou isso também. Mas internamente houve uma ilusão de que o “campeão do Brasil” sairia da degola facilmente, quando quisesse, quando estivesse afim, quando fosse necessário.

Pois agora é necessário, mas o time simplesmente não consegue. Exatamente porque falta qualidade. Basta olhar setor por setor… não há sequer um zagueiro seguro, já que Henrique foi transformado em volante. A saída de jogo nos pés dos volantes, que sempre foi um problema, está ainda pior. No setor de criação existe apenas o pouco confiável Valdivia. E no ataque faltam jogadores de velocidade para fazer companhia a Barcos – Maikon Leite e Luan estão lesionados, mas também não são soluções.

Com esse elenco, turbinada pela contratação bombástica de Tiago Real, o Palmeiras vai lutar contra o rebaixamento até o fim. Pode se livrar, porque existem outros candidatos tão dispostos quanto ele a cair. Mas será uma batalha que ainda vai durar até dezembro.

Já do outro lado do muro a situação é oposta: o São Paulo tem mostrado a cada rodada que vai brigar pelo título do Campeonato Brasileiro. Já foram três vitórias seguidas e mais do que isso: Ney Franco está encontrando um time ideal para escalar, com a formação tática correta e guardando algumas boas opções para o banco.

Ainda é um time que depende demais de Jadson, Lucas e Luís Fabiano para funcionar. Mas a fase dos três é boa e eles podem empurrar o São Paulo para a briga pelo ponta. A liderança de Rogério Ceni também fez diferença, mas nada é tão fundamental quanto manter esses trio jogando bem. As características deles se completam perfeitamente e estão cada vez mais entrosados.

Em um Campeonato Brasileiro que segue aberto, já que o Atlético-MG não parece pronto para consolidar seu domínio, o São Paulo pode se aproveitar e entrar na briga junto com Fluminense e Grêmio. O Vasco está na frente, mas isso parece apenas uma questão de tempo. Em breve o São Paulo vai dormir e acordar no G-4, já sonhando com a liderança.

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Cego pelo título e empolgado pela festa, o palmeirense pode até tentar negar, mas é fato: o time de Felipão era o pior entre os quatro semifinalistas da Copa do Brasil. Grêmio e São Paulo têm elencos melhores, principalmente no ataque. E o Coritiba, mesmo sem estrelas, era melhor taticamente. O Palmeiras só é competitivo por causa das bolas paradas de Marcos Assunção. Como pode um time tão fraco ser campeão?

E o cenário era ainda pior por causa de alguns acontecimentos absurdos. Olhando para trás, lembramos da contusão de Wesley, que só foi contratado para virar desfalque. Mais para frente, teve o sequestro de Valdivia, que se recuperou, mas depois foi expulso na primeira final. Aliás, na decisão surgiram mais dificuldades: Barcos teve uma apendicite e Henrique acordou com febre na quarta-feira decisiva. Como pode um time tão azarado ser campeão?

E não era só azar. No mesmo dia em que o Corinthians foi campeão da Libertadores, na véspera do jogo de ida contra o Coritiba, surgiu a notícia de uma briga entre dirigentes palmeirenses. Verdade ou não, é um símbolo de como funciona o ambiente palestrino. Mesmo na maior das festas, pode surgir a maior das confusões. Sempre há alguém torcendo contra, mesmo que esteja do mesmo lado. São palmeirenses que não querem o melhor para o Palmeiras. Não tente entender. Apenas reflita: como pode um time ser campeão com um ambiente assim?

E ainda existem outros poréns. Vale lembrar que o Palmeiras está sem estádio. Foi jogar em Barueri, fora da capital paulista. Vale lembrar que o Palmeiras estava pressionado por tantos fracassos vergonhos recentes. E, acima de tudo, vale lembrar que o Palmeiras superou tudo isso. Como? Não é fácil explicar. Mas é necessário valorizar.

Todas essas dificuldades citadas acima só aumentam o valor do título do Palmeiras. Se antes diziam que ele estava virando um time pequeno, agora ele mostrou como é gigante. A camisa pesou. A tradição fez diferença. E os jogadores se superaram. Nada mais explica esse título. Porque o Palmeiras realmente não deveria ter sido campeão. Mas brigou o bastante para ser o campeão com mais justiça. E não há nada mais bonito no futebol do que um título justo e bem entregue.

Não deveria. Mas foi justo demais

Não deveria. Mas foi justo demais

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Um goleiro que falha em uma final do Mundial de Clubes não pode ser realmente bom. Um jogador que troca o Arsenal pela Série B brasileira não deve bater bem da cabeça. Um atleta que vence no futebol com honestidade, integridade e cárater simplesmente não existe. Um ídolo do Palmeiras jamais pode conquistar o respeito de boa parte dos corintianos.

Todas frases acima fazem sentido. Mas nenhuma delas é real quando falamos de São Marcos. Com ele tudo é possível. Dentro de campo ele fez milagres e se consagrou. Fora dele, foi uma exceção em um futebol cada vez mais sujo.

Pois nesta quarta-feira foi anunciada a aposentadoria de São Marcos. Com isso, acabou uma Era no Palmeiras. Um período de tempo com poucos títulos, mas com o mais importante deles: a Copa Libertadores de 1999, em que o melhor jogador da competição foi exatamente o milagreiro verde.

Desde então, os anos palmeirenses foram terríveis e tudo só piorou com a notícia desta quarta. Sem Marcos, o Palmeiras fica sem ídolo, sem identidade e com a sensação de que tudo sempre pode piorar. Se o ano passado foi ruim, não é difícil prever que 2012 será ainda pior. E não é só por causa da saída de Marcos, claro…

A falta de reforços, tão criticada pela torcida, é um dos problemas. Mas a eterna crise no Palestra Itália vai além. Passa pela comissão técnica, já que Felipão parece ser incapaz de fazer um grande trabalho; esbarra na falta de comunicação com a diretoria, que pode até ser resolvida em parte por César Sampaio; chega na diretoria e na presidência, cada vez mais omissa; e acaba no momento político, já que até Mustafá Contursi é especulado como possível sucessor de Arnaldo Tirone como presidente do clube.

Com tantos problemas, é difícil apostar que em campo os jogadores terão tranquilidade para fazer algo de bom. Como se não bastasse, parte da torcida ainda piorou tudo, com protestos e uma faixa homofóbica logo no primeiro dia de trabalho de 2012.

Tudo isso só ensina uma coisa: é importante demais que o torcedor reverencie a história e a carreira de São Marcos. Valorize seu passado, palmeirense. Pois o futuro será de sofrimento.

O Palmeiras tem muitos motivos para chorar

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Não é só mais uma história de um jogador agredido pela torcida.

Não é só mais um time que perdeu todas chances no Brasileirão.

Não é só mais um conflito entre técnico e jogadores.

A agressão a João Vitor e todas suas consequências são símbolos de como está mal o Palmeiras atualmente – um time de passado recente nebuloso, momento atual vergonhoso e o pior de tudo: com um futuro que não traz perspectiva alguma de melhora.

A primeira consequência do caso João Vitor é óbvia: o Palmeiras não tem mais qualquer chance no Campeonato Brasileiro. Na verdade só não será rebaixado porque faltam poucos pontos para se livrar disso, aproximadamente quatro em trinta possíveis. Mas sem dúvidas será um parto para esse elenco arrancar essas migalhas nos próximos jogos.

A segunda consequência já estava desenhada: Felipão não deve ficar no Palmeiras em 2012. Mesmo antes dessa confusão explodir, sua saída já era esperada. Logo ele, conhecido por criar famílias por onde passa, tem enfrentado uma rejeição muito forte no clube que é ídolo. Parte da diretoria tem criado dificuldades para ele, por causa do seu alto salário, e vários jogadores não o suportam mais. Enfim, sua permanência para 2012 seria uma surpresa e até uma saída imediata pode acontecer.

A terceira consequência só tende a agravar os anos de crise no Palmeiras. Afinal, ficará difícil para o time contratar qualquer jogador a partir de agora. Vágner Love certamente lembra que essa não é a primeira vez em que um atleta do time é agredido pela torcida. Com a reincidência qualquer um pensará mil vezes antes de assinar um contrato com o Palmeiras.

Por fim, a última consequência, mas a mais importante: o caso João Vitor expõe de vez toda a bagunça que é o Palmeiras. É um absurdo o time não ter respaldado seu treinador a ponto dos jogadores gerarem uma rebelião contra ele. Mas isso só aconteceu porque não há ninguém com moral que trabalhe essa relação entre jogadores e técnico. Dessa forma, o atrito entre as duas partes era inevitável.

Só que o problema do clube vai além desse caso específico. A situação política do Palmeiras beira o inacreditável. Quando saiu a notícia da agressão de João Vitor, houve quem suspeitasse até que seria algo encomendado para gerar desunião na torcida, que tem se juntado para fazer um movimento pela democracia do clube.

E pouco importa se isso é verdade ou não, se é imaginação demais ou não. O fato é que algo tão absurdo, uma agressão encomendada para fins políticos, jamais poderia sequer ser cogitada. O fato dessa hipótese ser considerada mostra como o cenário político palmeirense é perigoso, parecido mesmo com uma máfia, como o próprio Felipão já comparou. E o pior é que o presidente Tirone é um iludido e parece não enxergar toda essa situação, que é tão óbvia até para quem olha de fora.

Com tantas consequências, fica claro que esse não é só o caso de um João qualquer. É o caso de um clube que foi agredido, espancado, mal tratado e agora agoniza em estado terminal. E dessa vez parece que só um milagre pode salvá-lo. Como tem sido dito nos corredores do Palestra Itália, rezar talvez seja a única solução.

João Vitor agredido

João Vitor não apanhou sozinho. O Palmeiras sangra junto...

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Quando saiu a convocação da Seleção Brasileira só com jogadores que atuam no país, resolvi dar pouca atenção para isso. Apesar do jogo ser contra a Argentina, pouco valia. Nem fiz post aqui no Opiniões em Campo. O assunto merecia no máximo um comentário no twitter do blog. Lá escrevi que Renato Abreu e Cícero eram as únicas bizarrices da lista e os outros eram apenas discutíveis. Ponto final.

Mas depois do jogo desta quarta, fui forçado pelo Mano Menezes a escrever algo mais. Afinal, ao escalar o bizarro Renato Abreu como titular da Seleção, ele mostrou algo que preocupa de verdade: o técnico do Brasil está completamente perdido em seu cargo. Ele já deu indícios disso em outros jogos, mas o fator Renato Abreu foi a prova final.

Renato Abreu com a camisa da Seleção

Renato Abreu na Seleção. Quem diria?!

Não é minha intenção jogar a culpa do empate e do jogo ruim no “coitado” Renato Abreu. Ele realmente jogou mal e até escrevi sobre a atuação ruim dele e de outros no iG Esporte. Mas a questão é muito maior e envolve todo o projeto da Seleção. Explico…

Ao apostar em um meia de 33 anos, Mano deixou de dar a oportunidade para vários jovens que poderiam ser testados em seus lugares. Meias com idade olímpica inclusive, como Oscar, Lucas e Elkeson, por exemplo. Mas o técnico preferiu Renato Abreu e jogou fora o primeiro princípio que dominava seu discurso há um ano atrás: a renovação da Seleção.

Mano não tem conseguido renovar absolutamente nada! E não venham me falar de Neymar e Ganso, pois escalar esses jogadores era sua obrigação. O problema é que frequentemente ele opta pela experiência ao invés da juventude, em várias posições. Tudo isso é desespero? Parece que sim…

Na defesa, por exemplo, Mano tinha uma dupla jovem e forte para manter até a Copa de 2014, Thiago Silva e David Luiz. Mas agora tem apostado em Lúcio, que já está em decedência na carreira e provavelmente não chegará bem para o Mundial no Brasil, daqui a três anos.

A volta de Ronaldinho Gaúcho tem o mesmo problema, mas no setor ofensivo o maior erro é com Lucas, do São Paulo. Mano o convoca para ficar no banco de reservas. Até do Renato Abreu! O técnico enxerga o são paulino como atacante, como reserva de Neymar. Mas esquece que ele surgiu como meia e pode perfeitamente fazer essa função. Pior do que o Renato Abreu não será…

Por essas e outras é que vejo Mano Menezes perdido em seu cargo. Ele não sabe se deve priorizar o projeto olímpico e a tão anunciada renovação ou se é melhor buscar os resultados, que não conseguiu até agora, com os “velhos” de sempre. E no meio dessa confusão Mano tem ficado longe de achar um time para a Copa, muito longe.

Dessa forma, parece mesmo que a saída de Mano Menezes está pronta. A não ser que um milagre olímpico o salve, tudo parece desenhado para que Felipão assuma seu lugar até a Copa. E haja “Família Scolari” para salvar o Brasil de um trabalho tão mal feito!

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Contratado sem alarde, vindo de um time menor, ele não impressionou tanto nos primeiros jogos. Teve atuações irregulares, até mostrou que poderia ser útil, mas nunca convenceu como titular. As vaias logo vieram, mas o técnico insistiu em utilizá-lo. De repente, quando começou o Brasileirão 2011, tudo mudou. Com boas atuações consecutivas, ele honrou o irônico apelido em referência a Messi, o melhor jogador do mundo atualmente.

Tanto Marlos, do São Paulo, quanto Luan, do Palmeiras, viveram tudo que foi descrito acima. “Lionel Marlos” e “Luanel Messi” sempre foram criticados, mas cresceram de produção nos últimos jogos, foram decisivos e finalmente calaram as vaias das suas torcidas. São destaques do líder e vice-líder do Brasileirão, respectivamente.

Luanel Messi/ Verdazzo.com.br
A brincadeira é muito boa. O problema é se no time levarem ela a sério…

Então só há motivo para festa, certo? Errado! É preciso tomar cuidados para não se iludir. Explico…

Marlos não pode ser titular absoluto do São Paulo. Ele não tem bola para isso. É claro que no momento, com a confiança que adquiriu, o correto é escalá-lo assim. Mas o São Paulo futuramente terá Luis Fabiano para o ataque e é melhor Carpegiani já imaginar como montará o time com um centroavante mais fixo.

Luan também não pode ser titular absoluto do Palmeiras. Ele também não tem bola para isso. É claro que no momento, com a confiança que adquiriu, o correto é escalá-lo assim. Mas seu contrato só é válido até julho e, mesmo que renove, o ideal seria mudar o time, de preferências com reforços. Sem contratações, ainda dá pra contar com o retorno de Valdivia futuramente para montar um time com dois meias, Kleber e um centroavante (Wellington Paulista ou Dinei).

Enfim, o importante é perceber isso: brincadeiras à parte, apelidos divertidos à parte, Marlos e Luan não podem ser superestimados por causa dessa boa fase atual. Eles são soluções a curto prazo, mas para o futuro é preciso contar com mais do que isso. Os Messis brasileiros precisam voltar ao papel de coadjuvante em seus times.

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São Paulo, Corinthians e Palmeiras não estavam entre os meus principais candidatos ao título do Brasileirão 2011. No máximo, brigariam por uma vaga na Copa Libertadores. Porém, agora os três estão invictos e dominam a parte de cima da tabela. É cedo, claro, mas será que eles podem realmente subir de nível e sonhar com o título nacional? Por partes…

O líder São Paulo tem 4 vitórias em 4 jogos. Carpegiani não foi demitido e não se intimidou. Continuou a inventar, mudou a tática e a escalação e tudo deu certo. A velocidade voltou a ser o ponto forte do time, que tem bons talentos individuais. Mas…

O elenco é tão reduzido que Carpegiani tem tido que apelar para vários jovens. A maioria deles tem dado conta do recado, mas até quando? Uma hora vai faltar experiência para os grandes jogos. Esse é o problema do São Paulo.

Apesar do show no sábado, Marlos não é um dos jovem nos quais o São Paulo precisa apostar
Apesar do show no sábado, Marlos não é um dos jovem nos quais o São Paulo precisa apostar

O vice-líder Corinthians tem reforços ainda para estrear, mas já tem conseguido resultados importantes. Tem contado com a boa fase do jovem William e com o ressurgimento do experiente Danilo para remontar o time. Mas…

Faltam melhorias no setor defensivo da equipe. Ainda é estranho ver Leandro Castán, Fábio Santos e Paulinho como titulares absolutos do time, por exemplo. ainda que eles estejam rendendo algo. Outro problema vai ser encaixar os reforços Alex e Emerson na equipe, sem prejudicar quem está bem no momento. Te vira, Tite!

William é hoje um dos artilheiros do Brasileirão. Ele vai sair do time para Emerson ser titular?
William é hoje um dos artilheiros do Brasileirão. Ele vai sair do time para Emerson ser titular?

O Palmeiras, terceiro lugar na tabela, conta com um sistema defensivo bem montado por Felipão. O time é dedicado, sabe desarmar o adversário e puxar perigosos contra-ataques. Mas…

Vai gerar desconfiança sempre, principalmente por causa do 6 a 0 sofrido contra o Coritiba. A dependência das faltas de Marcos Assunção e do talento de Kleber hoje podem ser as soluções, mas amanhã serão um grande problema.

Apesar de Kleber, o ataque do Palmeiras, com Luan, ainda é um problema
Apesar de Kleber, o ataque do Palmeiras, com Luan, ainda é um problema

Portanto, respondendo a pergunta do primeiro parágrafo, digo que sim – esses três paulistas podem sim brigar pelo título. Ainda mais por causa do começo ruim de campeonato que tiveram outros candidatos, como Cruzeiro, Santos e Internacional. Mas…

São Paulo, Corinthians e Palmeiras não podem se contentar com o que têm hoje e precisam evoluir!

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Em primeiro lugar, preciso pedir desculpas pela falta de atualização do blog recentemente. Tem faltado tempo para mim por questões profissionais. Porém, com o feriado, essa situação será acertada e os posts voltarão ainda melhores. Agora falemos do Brasileirão 2010…

O ORGULHO DA TORCIDA

Grêmio – Conseguiu arrancar uma vitória magra contra o Guarani, por 1 a 0, e finalmente deixou a zona do rebaixamento, comprovando sua esperada evolução após a chegada de Renato Gaúcho ao comando do time.

A PIADA DOS ADVERSÁRIOS

Goiás – Em casa, perdeu de virada para o Atlético-MG e comprovou que o técnico Jorginho terá muito trabalho pela frente. Pior: ele não é homem certo para dar conta desse trabalho.

TROFÉU HERÓI

Neymar – Abriu o placar do jogo contra o Avaí aos 50 segundos, deu muito trabalho em campo e parece estar mais motivado desde que resolveu o imbróglio com o Chelsea.

TROFÉU VILÃO

Leandro Euzébio –
Ficou nervoso com as provocações de Kleber e foi expulso no final do jogo contra o Palmeiras, exatamente quando Ewerthon fez um gol e evitou a vitória do Fluminense.

DESTAQUE PARA O JOVEM

Xandão – É um zagueiro que finalmente tem mostrado alguma qualidade com a sequência de jogos pelo São Paulo, depois da lesão de alex Silva. Contra o Atlético-GO, ele fez um gol e foi seguro na marcação.

VALEU O INGRESSO

Válber – Aplicou um belo corte dentro da área e finalizou com perfeição, marcando o gol de honra do Avaí contra o Santos.

UM SHOW EM 90 MINUTOS

Fluminense 1 x 1 Palmeiras – O péssimo recuo que o Tricolor carioca fez após marcar o primeiro gol animou o jogo. O time de Felipão foi para cima, atacou bem e até deu algum espaço para contra-ataques. O gol no final acrescentou mais emoção a uma partida razoável tecnicamente.

TÉDIO EM 90 MINUTOS

Vitória 0 x 0 Inter – Os times não conseguiram balançar as redes e só exibiram seus problemas e limitações para criar jogadas e chances de gol.

DETALHE TÁTICO

Palmeiras com 3 zagueiros – É verdade que o time tem evoluído desde que Felipão implantou o 3-5-2, mas, durante os jogos, o técnico tem tido que tirar um zagueiro e colocar um atacante para melhor o poder de fogo da equipe.

Será que então não é o caso de mudar para o 4-4-2?

DETALHE DO TÉCNICO

Vanderlei Luxemburgo – O técnico do Atlético-MG finalmente acertou uma.

Colocou alguns medalhões no banco de reservas e soube utilizá-los durante o jogo. Por exemplo, quando colocou Diego Souza no lugar de Neto Berola. O meia ex-Palmeiras acabou fazendo o gol da virada contra o Goiás.

O FUTEBOL É INJUSTO

Avaí merecia mais – A vitória do Santos por 2 a 1 não foi justa. O time catarinense chegou a pressionar fortemente o Peixe, mas não conseguiu fazer os gols que merecia.

O FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

Atlético-MG – O Goiás realmente está em péssima situação, mas a crise no Galo não é muito menor, então eu não esperava que o time mineiro fosse regiar e vencer no Serra Dourada. Foi realmente surpreendente e interessante a vitória do Atlético-MG.

PAPO RETO

Fluminense,

Você ainda não me convenceu.

É um time organizado e cheio de jogadores talentosos, mas para mim ainda não é esse favorito absoluto ao título como alguns enxergam. Precisa evoluir se quiser continuar na ponta da tabela do Brasileirão durante o 2º turno.

ACRÉSCIMOS

Dagoberto – Foi curioso ver que o herói da vitória são paulina contra o Atlético-GO era um dos jogadores mais criticados do time recentemente.

Trata-se de um atacante limitado e irregular demais, mas que ainda pode ser útil para o elenco se jogar com a mesma vontade e superação apresentadas nesta quinta-feira.

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O ORGULHO DA TORCIDA

Grêmio – O bom volante Willian Magrão, vestindo estranhamente a camisa 9, fez os dois gols do Tricolor Gaúcho na vitória contra o Goiás, resultado que tirou o time da zona de rebaixamento.

A PIADA DOS ADVERSÁRIOS

Grêmio-SP – O Vasco tem evoluído demais, é verdade, mas o time prudentino não pode parar de crescer assim e perder um jogo desses em casa.

TROFÉU HERÓI

Diego Tardelli – Em um jogo no qual o Atlético-MG ainda tomou algum sufoco do Guarani, o atacante do Galo fez dois gols e decidiu a partida.

TROFÉU VILÃO

Chicão – Foi vaiado pelos torcedores do Avaí por causa da sua passagem pelo Figueirense e parece que isso o afetou.

Jogou mal demais na Ressacada e até fez um gol contra.

DESTAQUE PARA O JOVEM

Bruno César – Apesar da derrota do Corinthians para o Avaí, ele assumiu a artilharia do Brasileirão 2010 e tem impressionado demais.

Mas a rodada foi repleta de jovens promissores que brilharam: Neuton (Grêmio), Casemiro (São Paulo), Henrique (Vitória, ex-São Paulo), Tinga e Fabrício (ambos do Palmeiras).

VALEU O INGRESSO

Zé Eduardo – Acertou um belo petardo cruzado, com a perna esquerda, apesar da derrota do Santos contra o Vitória.

Além dele, João Vitor (Grêmio-SP) fez outro gol bonito e a curiosidade ficou por conta de Ewerthon e Diego Tardelli, que fizeram gols extremamente bonitos, mas ilegais por pouco.

UM SHOW EM 90 MINUTOS

São Paulo 2 x 2 Cruzeiro – Foi eletrizante do começo ao fim, teve boas atuações individuais e mostrou que os dois times ainda devem subir na tabela do Brasileirão 2010.

TÉDIO EM 90 MINUTOS

Palmeiras 2 x 0 Atlético-PR – Poucas oportunidades de gol foram criadas e a grande quantidade de erros de passe impressionou.

DETALHE TÁTICO

Grêmio no 3-6-1 – Renato Gaúcho nem bem chegou e já começou a implantar o esquema tática que gosta.

É praticamente o mesmo sistema que deu certo no Fluminense de 2008. Não gosto dessa tática e nem acho que ela é a ideal para time gaúcho, mas pode render novamente.

DETALHE DO TÉCNICO

Felipão – Tirou Luan e colocou Ewerthon, que deveria ter sido titular, e decretou a primeira vitória do técnico desde que ele voltou ao Palmeiras.

O FUTEBOL É INJUSTO

Ceará prejudicado – Mais uma vez o time nordestino foi injustiçado pela arbitragem. O pênalti em Willians, que decidiu o jogo contra o Flamengo, não existiu, mas o juiz Wagner Reway apitou.

O FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

Botafogo – Tenho que parar de me surpreender com os micos dos Atlético-GO, mas nesse jogo eu ainda imaginava que o Dragão conseguiria vencer em casa.

Mais surpreendente ainda é ver o time do Joel Santana no G4 do Brasileirão. Não deve ficar por muito tempo ali, mas tem superado as expectativas realmente.

PAPO RETO

Dorival Jr.,

A culpa não é sua, mas eu avisei aqui.

Logo depois do título da Copa do Brasil, ficou evidente que o Santos deveria se preocupar com seu futuro. Pelo jeito esse futuro chegou rápido e a derrota para o Vitória por 4 a 2 já foi um sinal disso.

ACRÉSCIMOS

Times goianos – Goiás e Atlético-GO ocupam as duas últimas posições na tabela do Brasileirão. E ainda tem o Vila Nova-GO fazendo uma campanha vergonhosa na Série B. É crise no estado!

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O ORGULHO DA TORCIDA

Botafogo – Em casa, conseguiu uma vitória expressiva, por 3 a 0, contra um Atlético-MG que demora para se encontrar no Brasileirão 2010.

A PIADA DOS ADVERSÁRIOS

Ceará – Não conseguiu vencer sequer o Atlético-GO em casa.

Segue sem vitória desde a pausa para a Copa de 2010, está fazendo hora extra no G4 e não deve demorar a cair na tabela do Brasilerão.

TROFÉU HERÓI

Elias – Ninguém se destacou demais individualmente, mas vale o destaque para quem fez um golaço e decidiu o clássico contra o Flamengo, mesmo fazendo uma função que não é a ideal.

TROFÉU VILÃO

André Lima – De forma absurda, perdeu um gol que poderia ter dado pelo menos um empate para o Grêmio contra o Fluminense.

DESTAQUE PARA O JOVEM

Mazola – Tem se destacado desde que o Brasileirão 2010 começou e já poderia ter aparecido nessa seção.

Agora corrijo a injustiça: contra o Avaí, ele fez gol e mostrou que o São Paulo pode pensar em aproveitá-lo em 2011 Passou da hora do Tricolor paulista dar mais espaço para seus bons talentos vindos das categorias de base.

VALEU O INGRESSO

Maikon Leite – Ganhou uma dividida, aplicou um belo drible e chutou muito forte, de esquerda, sem dar chances para Rogério Ceni sequer pular.

UM SHOW EM 90 MINUTOS

Guarani 4 x 1 Avaí – Foi uma goleada do Bugre, mas o jogo foi quente desde o começo e o Leão da Ressacada ainda desperdiçou um pênalti, que poderia ter colocado ainda mais fogo na partida.

TÉDIO EM 90 MINUTOS

Cruzeiro 0 x 0 Grêmio-SP – Em um jogo sem tantas chances de gols e de pouca emoção, a marcação chata do time paulista anulou fácil a pouca criatividade da equipe de Cuca.

DETALHE TÁTICO

Atlético-MG – Não há time que aguente tantas invenções táticas.

Luxemburgo tem alterado jogo por jogo – e às vezes até durante as partidas – o sistema tático do Galo. Nessa rodada, ele tentou algo parecido com um 4-3-1-2, mas o ttime está claramente perdido.

DETALHE DO TÉCNICO

Émerson Leão – É outro técnico que tem errado demais nas escalações iniciais, mas dessa vez pelo menos foi bem ao colocar Otacílio Neto e Felipe em campo durante o jogo. Este segundo, aliás, nem deveria ser reserva do time.

O FUTEBOL É INJUSTO

Ceará merecia vencer – Pressionou demais o Atlético-GO e não conseguiu a vitória por pouco.

O empate por 0 a 0 resultou na apressada demissão de Estevem Soares, o que deve atrapalhar ainda mais a situação do time.

O FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

São Paulo – Era esperado que a eliminação do time na Copa Libertadores e a saída de Ricardo Gomes fossem mais traumáticas.

Mas o time surpreendeu ao chegar perto da vitória inédita na Arena da Baixada, contra o Atlético-PR.

PAPO RETO

Felipão,

Valdívia não vai resolver tudo.

O que acontece com o Palmeiras? O time tem demorado demais a evoluir minimamente sob o seu comando. O elenco ainda parece fragilizado psicologicamente, pois tem complicado jogos fáceis. Além disso, tem tido uma postura defensiva exagerada. E agora, Felipão?

ACRÉSCIMOS

Silas demitido – Até acho que o Grêmio poderia ter tido mais paciência, mas de fato era um técnico que estava errando demais, principalmente taticamente.

O problema é a reposição para o Tricolor gaúcho. Mário Sérgio? Geninho? Renato Gaúcho? Nenhum dos técnicos especulados até agora agradam.

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Se o mundo fosse um lugar ideal seria legal apoiar as sugestões de Mauro Cezar Pereira e Flávio Gomes: ambos imaginaram como seria interessante se os técnicos cogitados para substituir Dunga na Seleção Brasileira se recusassem a assumir o cargo.

No entanto, é totalmente improvável que isso aconteça e o melhor a fazer é estudar quais dessas opções são as mais interessantes para ficar com a bomba de evitar um novo Maracanazzo a todo custo. É o que tento analisar abaixo, com a lista dos 11 treinadores que podem assumir o Brasil a partir de agosto:

1) Felipão
É o nome mais óbvio e mais citado. Por isso causa tanta polêmica. Vitor Birner, Cassiano Gobbet e José Ilan o citaram como melhor opção. Já Ubiratan Leal e Mauro Cezar Pereira levantaram questionamentos e desconfianças.

Pois eu concordo mais com o primeiro grupo, mas não acredito que Felipão aceitará o desafio. Afinal, tem pouco a ganhar: caso ele vença a Copa, dirão que ele só fez sua obrigação. Caso perca, queimarão tudo de bom que ele realizou em 2002.

2) Mano Menezes
Alberto Helena Jr. e Carlos Pizzatto disseram preferir o técnico do Corinthians no comando da Seleção. Quase me convenceram a concordar com isso, admito.

É um técnico que já foi muito elogiado aqui, mas também teve grande parcela de culpa pelo fracasso alvinegro na Copa Libertadores. Ainda parece não estar pronto, mas pode dar certo.

3) Leonardo
A Seleção precisa de um coordenador e talvez o nome ideal para esse cargo seria o de Leonardo, como eu já tinha comentado no twitter. Com experiência em cargos administrativos, bom relacionamento com a imprensa e conhecimento do futebol internacional, ele aliviaria a pressão do técnico do Brasil para 2014.

Porém, como treinador, sua contratação seria um erro. Seu trabalho no Milan foi apenas razoável e ele ainda é inexperiente. Talvez assuma como tapa-buraco para que alguém melhor venha em 2012, mas é um grande risco.

4) Vanderlei Luxemburgo
Há quem ainda veja nela um ‘técnico top’, mas só consigo enxergar sua decadência nos últimos anos. Luxa já teve sua chance na Seleção e a desperdiçou, até por questões extra-campo.

Agora, com seu especulado envolvimento exagerado com o pôquer e fracassos seguidos em clubes grandes, como Palmeiras e Santos, não é a hora de dar nova oportunidade para ele.

5) Muricy Ramalho
Existem notícias e comentários que o especulam para o cargo, mas duvido que a CBF o contrate. Afinal, mais do que nunca a entidade precisa de um bom relacionamento com a imprensa (leia-se Globo) e Muricy definitivamente não prima por isso.

6) Paulo Autuori
Seu nome tem sido pouco cogitado na imprensa, até porque ele ainda está no futebol do Catar, mas ele tem bastante do perfil que a CBF procura e é um candidato com grandes chances.

Veja bem: candidato com chances não é candidato bom. São coisas diferentes. O último trabalho razoável de Autuori foi em 2005, no São Paulo, e ainda assim com ressalvas. Enfim… não gosto da ideia, mas já começo a me acostumar com ela.

7) Ricardo Gomes
A ida do técnico do São Paulo para a Seleção tem sido razoavelmente especulada e sem dúvidas ele é outro que tem um perfil interessante na visão da CBF. Mas…

Como bem lembrado por Marcelo Barreto, é preciso sempre destacar que, como técnico específico da seleção olímpica, ele não conseguiu sequer classificar a geração de Diego e Robinho aos Jogos de 2004, em Atenas.

8) Dorival Júnior
O bom trabalho que ele tem feito no Santos passou a credenciá-lo como técnico de nível de Seleção, mas a verdade é que ele ainda está distante disso.

Aliás, o próprio Dorival admitiu que há gente mais capacitada do que ele. Concordo. E é preciso destacar que essa declaração só mostra como ele é inteligente, tem potencial e ainda pode vir a ser um treinador do alto escalão brasileiro no futuro.

9) Falcão
Uma entrevista recente de Ricardo Teixeira, no qual ele falou sobre renovação, fez com que o nome do comentarista fosse especulado. O presidente da CBF lembrou que Falcão trouxe novos nomes para a Seleção após a copa de 1990, mas “foi sacrificado”.

No entanto, é preciso lembrar, como fizeram Ubiratan Leal e Dassler Marques, que esse discurso de Teixeira não deve ser posto em prática, infelizmente. E, dessa forma, acabarão as chances de Falcão virar de novo o técnico do Brasil.

10) Abel Braga
É um técnico experiente e vencedor, que lembra o estilo de Felipão. Por isso já foi cogitado na imprensa. Mas o fato é que seu melhor momento já passou, atualmente ele está esquecido e dificilmente será convidado.

11) Caio Júnior
É brincadeira do Zagallo neh?!!!

Até o Joel Santana disse que pretende entrar nessa festa. Mas aí a brincadeira passa dos limites…

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