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Posts Tagged ‘Felipe Melo’

Após três jogos, a seleção brasileira de Mano Menezes já parece ter uma base, uma espinha dorsal: Daniel Alves, Thiago Silva, André Santos, Lucas, Ramires, Robinho e Alexandre Pato são jogadores que devem constar em quase todas convocações futuras.

Até aqui foram três vitórias, alguns momentos de futebol bonito e muita organização tática. Mas o verdadeiro teste só acontecerá contra a Argentina. E para esse jogo até o próprio Mano já admite que pode mudar a sua base: “É uma situação que talvez faça você pensar em algumas peças novas”.

Agora fica a questão: quais serão essas novas peças? Abaixo tento adivinhar e analisar algumas delas, posição por posição:

Goleiros: Júlio César e Gomes?
Um dos melhores goleiros do mundo, Júlio César precisa voltar ao time. Goleiro é uma posição de confiança, e Mano precisa começar a criar esse elo.

O reserva deve ser Victor e, caso continue a ser chamado um terceiro nome, Gomes aparece como favorito, já que tem até a experiência de participação em uma Copa do Mundo.

Zagueiros: Lúcio e Juan?
Thiago Silva e David Luiz tem tudo para formar uma boa dupla, mas será que Mano vai querer a volta de Lúcio ou Juan ao time? Eu aposto que não. Ambos já têm mais de 30 anos e a renovação até aqui tem sido radical, o que é correto, já que de fato não há necessidade de apelar para jogadores mais velhos nessa posição. Estamos bem servido com os jovens.

Caso queira jogadores com mais passagens pela Seleção, mas que tenham mais condições de ir para a Copa de 2014, Mano pode optar, por exemplo, por Alex (Chelsea, 28 anos), Naldo (Werder, 28 anos) ou Alex Silva (São Paulo, 25 anos). Dentre esses três, aposto que pelo menos um será convocado para o jogo contra a Argentina.

Laterais: Maicon e Filipe Luís?
Aqui aparentemente os titulares já estão definidos. Pela direita, Daniel Alves teve atuações decisivas e se garantiu. André Santos também brilhou, especialmente contra os EUA, e mesmo antes já tinha a confiança de Mano.

Dentro da proposta de convocar mais jogadores experientes, é possível que Maicon finalmente volte, mesmo que seja para ser reserva. Já do outro lado é mais difícil achar nomes com rodagem pela Seleção, mas Filipe Luís, por exemplo, pode ser lembrado. É uma pena que Marcelo tenha queimado seu filme com Mano recentemente…

Volantes: Felipe Melo?
É a posição que Mano mais tem acertado, com Lucas, Sandro e Ramires sempre convocados. Fica apenas a dúvida para um quarto nome, que teoricamente seria disputado por Hernanes, Jucilei e Elias. Eu daria preferência para o primeiro e arrisco dizer que Mano fará o mesmo.

Porém, ele pode preferir um jogador mais rodado para a posição. Dentre aqueles que normalmente eram convocados por Dunga, apenas Felipe Melo pode surgir como opção, já que vive uma fase mais “zen” na Juventus. Porém, duvido que Mano vá fazer essa aposta de alto risco agora. Talvez só em um futuro distante. Assim espero…

Meias: Diego e 2 Alexs?
Mano ainda não encontrou o substituto ideal de Ganso. Por causa disso tem faltado um melhor toque de bola para a Seleção. Entendo que a solução para isso não passa pelos jogadores já convocados. Diego, Alex (Fenerbahçe) e Alex (Spartak) seriam opções melhores para o setor. Dentre os já chamados, Giuliano é o único que talvez resolva.

Atacantes: Nilmar e Vágner Love?
As vagas de Alexandre Pato e Robinho ninguém tira. Resta saber, por exemplo, quem seria o outro atacante de velocidade: Neymar e Philipe Coutinho podem ficar com a vaga, mas seria mais inteligente Mano apostar no já experiente Nilmar, que tem feito por merecer uma nova chance como titular do Brasil.

Já para ser o reserva de Pato a situação é mais delicada: André ainda é novo demais. Luis Fabiano talvez seja velho demais. E Adriano ainda não jogou de verdade pela Roma. Olhando para quem Mano já convocou, pode ser novamente a vez de Hulk ou Diego Tardelli. Mas uma aposta em Vágner Love, que tem feito boas atuações em 2010, também seria válida e compreensível.

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Em negrito – o jogador e o time que pretende contratá-lo
Em itálico – a posição e o último time do atleta

A fonte do boato está linkada no nome do jogador

DEMOROU!

Barcelona – Filipe Luís (LE-La Coruña) – Seria ótimo para o time espanhol, que teria uma opção para fortalecer seu apoio ofensivo pelo lado esquerdo.

Bayern de Munique – Fábio Coentrão (LE-Benfica) – O custo de Coentrão está alto demais, mas, caso ele vá para a Alemanha, o time de Munique teria uma das melhores duplas de laterais do mundo.

Chelsea – Ramires (V-Benfica) – O esquema tático do time inglês pode precisar de três volantes em campo, então o brasileiro poderia teria e usaria sua velocidade para dar certo no rápido futebol inglês.

Chelsea – Schweinsteiger (V-Bayern de Munique) – Fez uma Copa do Mundo impressionante e certamente seria uma ótima contratação para qualquer clube do mundo.

Juventus – Dzeko (A-Wolfsburg) – Pode até não brilhar tanto quanto na Alemanha, mas provavelmente seria melhor do que Amauri e Iaquinta.

Manchester City – Daniel Alves (LD-Barcelona) – É muito superior a Zabaleta e Micah Richards. Mesmo se for caro, deve fazer valer o dinheiro investido.

Manchester United – Neuer (G-Schalke 04) – É jovem, mostrou talento na Copa e pode ser preparado para substituir Van der Saar no futuro.

Manchester United – Sneijder (M-Inter de Milão) – Foi um dos melhores jogadores da última temporada na Europa e, mesmo que saia caro, vale a pena, pois poderia ser peça fundamental para o time inglês voltar aos títulos.

Milan – Ibrahimovic (A-Barcelona) – O sueco não brilhou no futebol espanhol, mas está mais do que acostumado a fazer a diferença na Itália.

Milan – Luis Fabiano (A-Sevilla) – O time italiano poderia investir em alguém mais novo, mas o brasileiro deve dar conta do recado.

Real Madrid – Khedira (V-Stuttgart) – O time já tem uma boa dupla de volantes, com Lass e Xabi Alonso, mas o jovem alemão sabe marcar e chegar ao ataque como poucos, podendo até virar titular.

TANTO FAZ…

Arsenal – Wright Phillips (M-Manchester City) – Os Gunners já têm Arshavin e Nasri, que podem jogar pelas pontas, mas contar com mais uma boa opção de velocidade seria razoável.

Barcelona – Luis Suárez (A-Ajax) – Chegaria para ser reserva e teria que provar que pode se destacar em um campeonato mais difícil do que o Holandês.

Barcelona – Van der Wiel (LD-Ajax) – É bom jogador, mas só seria reserva de Dani Alves.

Juventus – Elano (M-Galatasaray) – No máximo pode ser um bom coadjuvante na reconstrução do elenco da Juventus.

Liverpool – Van der Vaart (M-Real Madrid) – O holandês está longe de ser um jogador decisivo, mas pode completar bem o elenco do time inglês.

Manchester City – Donovan (M-LA Galaxy) – Fez uma boa Copa do Mundo e está no auge, mas só conseguiria ser uma boa opção no banco de reservas.

Milan – Robinho (A-Santos) – Não consigo acreditar que o brasileiro daria certo no futebol italiano, mas ele  tem talento e pode aproveitar chances na nova equipe do técnico Allegri.

CAI FORA!

Arsenal – Felipe Melo (V-Juventus) – A sorte do time inglês é que lá já existem volantes de qualidade que certamente fariam o “queridinho de Dunga” jogar com menos frequência.

Barcelona – Alexandre Pato (A-Milan) – Não seria bom para nenhum dos dois lados, já que o clube gastaria para trazer um atacante que provavelmente ficaria no banco de reservas, mesmo com a possível saída de Ibrahimovic.

Liverpool – Gago (V-Real Madrid) – Só faria algum sentido se realmente Mascherano sair do time, mas ainda assim seria uma queda de qualidade.

Manchester City – Balotelli (A-Inter de Milão) – É temperamental demais e não vale a pena, principalmente pelo valor que tem sido especulado: 40 mi de euros.

Manchester City – Podolski (A-Colônia) – Ele não fez uma Copa tão boa e o time inglês não precisa tanto de mais opções para o ataque.

NÃO ENXERGAM?

Honda (M-CSKA Moscou) – O versátil japonês brilhou na Copa e já tinha feito bons jogos na Rússia. Pode ser uma boa opção para  completar o elenco de vários times grandes da Europa.

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Tudo sempre esteve desenhado: a possibilidade de encarar a difícil Holanda nas quartas de final era enorme. Eu mesmo palpitei que a eliminação do Brasil aconteceria nesta partida. Dito e feito.

As chances de um jogador específico estragar o sonho do hexa também eram gigantes. Este perigo foi tratado aqui no blog como o “risco Felipe Melo”. Dunga insistiu em sua convocação, apesar dos sinais. E o que era um risco virou realidade. Dito e feito.

A falta de opções no banco de reservas e a ausência de variações táticas também não passaram desapercebidas. Destaquei aqui os avisos de vários comentaristas sobre essas dificuldades do Brasil. Isso poderia deixar a equipe de Dunga em situação delicada caso precisasse buscar um resultado. Ela precisou… e deu no que deu. Dito e feito.

Só um detalhe não era previsível nessa eliminação: o desequilíbrio emocional da Seleção. O time entrou desconcentrado no 2º tempo, ficou assustado com o 1º gol sofrido e não se recuperou. Algo que nunca foi visto durante os anos de Dunga como técnico dessa equipe. Algo que não foi dito, mas foi feito. E foi decisivo na Copa…

A Seleção fez um 1º tempo de futebol impressionante, mas que não serviu pra nada por causa dessa desconcentração surpreendente. Um 1º tempo que só foi útil para confirmar mais uma análise feita aqui. “A única certeza é que o Brasil não vai fazer feio. Aposto!”, escrevi. Dito e feito.

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Foi assunto de um post específico neste blog: antes da Copa de 2010 começar, perguntei se o Brasil seria hexacampeão e respondi com análise e palpite “o Brasil não vai fazer feio, mas deve cair nas quartas de final, diante de seus adversário mais provável nessa etapa, a Holanda”. Agora o confronto está desenhado. Resta saber se o chute será certeiro…

Não é nada difícil imaginar a cena: Sneijder descola um de seus típicos lançamentos milimétricos e coloca a Jabulani com precisão na ponta direita. Lá está Robben, que domina perfeitamente a xingada e maltratada bola. Ele vê que o marcador à sua frente não é dos melhores, finge que vai para a direita, corta para a esquerda e acerta o chute com precisão. Gol da Holanda contra o Brasil nas quartas de final da Copa!

É o principal perigo que a equipe de Dunga vai correr nas quartas: o duelo entre Robben e Michel Bastos chama a atenção pela enorme disparidade entre o talento de um e a incapacidade defensiva de outro. Vários comentaristas como Maurício Noriega, Mauro Cezar Pereira e André Rocha , por exemplo, alertaram para essa jogada.

Porém, como destacou Caio Maia, a análise não pode parar por aí, afinal existirão outros duelos em campo. “E Maicon x Van Bronckhorst? E Kaká x Van Bommel? Luis Fabiano x Mathijsen?”. Aí o Brasil ganha, óbvio. Além disso, a entrada forçada de Josué ou Felipe Melo no lugar de Ramires, suspenso, pode melhorar o cerco da defesa brasileira a Robben, cada vez mais candidato a ser eleito um dos melhores jogadores do mundo na temporada.

O fato é que a Holanda não tem brilhado tanto quanto se esperava e até aqui provou que conta mais com a individualidade de seus ótimos atletas do que com um jogo coletivo bem treinado. Ao contrário do Brasil, que, mesmo sem 1 ou 2 craques em destaque por enquanto, mostrou que sabe fazer tabelas rápidas no ataque e exibiu sua tradicional segurança defensiva.

Ainda não mudo meu palpite lançado antes da Copa e relembrado no primeiro parágrafo deste texto. Mas a convicção já não é mais a mesma. A única certeza de fato está no começo da frase: “o Brasil não vai fazer feio”. Aposto!

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Basta ler alguns dos posts do Opiniões em Campo sobre a Seleção Brasileira para perceber que não sou um dos maiores críticos do trabalho de Dunga. É claro que discordo algumas decisões dele e não gosto de sua postura com a imprensa. Mas acho que o técnico acertou mais do que errou nos últimos quatro anos.

Mesmo assim, admito uma contradição: não aposto que o Brasil vá ser hexacampeão na África do Sul. É uma das seleções favoritas sim, não deve fazer feio, mas algo vai faltar para o time nos grandes momentos.

Explico: a falta de variação tática é um dos principais motivos desse meu palpite. A Seleção pouco treinou mudanças no 4-2-3-1, que é eficiente, mas não pode ser opção única. O time precisaria, por exemplo, tentar jogar com um atacante no lugar de Elano, pela direita, em um típico 4-3-3. Mas Dunga praticamente não treinou isso  e dificilmente arriscará durante a Copa.

Após o amistoso contra a Tanzânia, na última segunda, Dunga colocou jogadores de mais velocidade em campo e disse ter uma variação tática. Não é assim. Em primeiro lugar, porque isso só mudo o estilo e a estratégia de jogo, não a tática em si. Em segundo, porque essa alternância pouco foi treinada. Funcionou contra a Tanzânia, que nada mais é do que… a Tanzânia, oras!

As escalações dos volantes e do lateral-esquerdo, mal conduzidas até aqui, são outros defeitos graves. Mais jogadores das posições poderiam ter sido testados, principalmente por causa do “risco Felipe Melo”, já comentado aqui desde fevereiro e até na semana passada.

Esses são só alguns dos pontos fracos que devem tirar a Seleção Brasileira da disputa pelo título. Mas reforço: eles não deixarão a equipe passar vexame. Até porque os pontos fortes também existem, como a defesa segura, a consistência tática, as jogadas aéreas e de contra-ataque bem trabalhadas, além do próprio talento individual de alguns jogadores.

Dessa forma, o Brasil deve cair nas quartas de final, diante de seus adversário mais provável nessa etapa, a Holanda. Antes, deverá ter o Chile como adversário.

Caso não se classifique como primeiro em seu grupo, o caminho muda e então a eliminação pode ser diante da Espanha, nas oitavas. O que ainda assim não seria vexatório, dependendo de como acontecesse, já que a seleção de Xavi, Iniesta, Fábregas, Villa e Torres tem o melhor elenco da Copa.

Como torcedor, é claro que ficarei decepcionado se meus prognósticos se confirmarem. Como jornalista, vou esperar para enxergar além do resultado. Infelizmente não é isso que vai acontecer por aí. Após a eliminação, virão críticas duras imediatas contra o Dunga e todo seu trabalho. Que, como dito no 1º parágrafo, não merece tudo isso. Pelo menos até aqui. Veremos após a Copa do Mundo…

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Há quem se preocupe com os recém-lesionados Kaká e Luís Fabiano. Há quem reclame da pouca variação tática do time de Dunga. Há quem alerte para a falta de opções no banco de reservas. Há até quem ainda lamente as ausências de Ganso e Neymar na África do Sul. Eu prefiro pensar em outro problema: o “risco Felipe Melo”.

Sem desmerecer todas as preocupações supracitadas, já que a maioria realmente faz sentido, acredito que o “risco Felipe Melo” é um problema ainda maior. O amistoso contra o Zimbábue trouxe poucas lições, mas claramente despertou esse alerta.

O segundo volante da Seleção Brasileira preocupa por questões técnicas e disciplinares. Ou seja, ele não só atrapalha a saída de bola como também desperta o medo de uma expulsão, já que foi capaz de arrumar confusão até em um duelo bobo contra um time inexpressivo.

Como escreveu PVC, “Felipe Melo não precisa ser tão nervoso, nem discutir o tempo inteiro com o adversário. Ele dá ritmo, mas às vezes aprofunda o passe quando é mais certo tocar curto.”, resumiu.

A edição de maio da revista Placar trouxe como capa “o risco Kaká”, alertando para o fato de não existir um plano B para a ausência do camisa 10 da Seleção. E é preciso atentar para a mesma situação com Felipe Melo.

Sem ele, Dunga vai acabar optando pelo pouco confiável Kléberson em seu lugar. Foi assim na Copa das Confederações de 2009. Mas na verdade a melhor opção seria Ramires, que jogaria bem ali, mas pouco foi testado nessa função e não deve ser o escolhido.

Dessa forma, cria-se um grande problema: um volante, que é considerado titular absoluto, não produz tanto com a bola, pode ser expulso ou suspenso a qualquer momento e não será substituído da forma correta. Esse é o “risco Felipe Melo”. Essa deveria ser a grande preocupação do Brasil.

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Terça foi dia de escolher os melhores. Agora é a vez de eleger os piores. Afinal, também não faltaram decepções na temporada 2009/ 2010 do futebol europeu. Especialmente quando se trata das contratações feitas.

Grandes times investiram grandes valores em grandes jogadores. Mas nem sempre o resultado foi tão grandioso. O Real Madrid, por exemplo, gastou, ao todo, 257,4 milhões de euros em reforços. Resultado: não conquistou título algum e foi eliminado nas oitavas de final da Liga dos Campeões.

O segundo time que mais gastou, o Manchester City (139,3 milhões de euros), viveu situação parecida, já que não ficou com a sonhada vaga na Liga dos Campeões.

Com isso, entre os quatro grande campeonatos europeus, é grande a lista de atletas que despertaram uma expectativa enorme e não conseguiram corresponder em campo. Eles até podem dar a volta por cima na próxima temporada, mas por enquanto estão marcados pelo fracasso em seus novos clubes. São eles:

1º) Felipe Melo (Juventus)
O volante brasileiro saiu da Fiorentina por 25 milhões de euros e era uma das esperanças da Juventus para voltar a brigar pelo título do Campeonato Italiano. Apesar de ter jogado com frequência, ele falhou constantemente, se mostrou indisciplinado várias vezes e naufraugou junto com um time que só decepcionou.

2º) Kaká (Real Madrid)
Ele nem jogou tão mal quanto dizem, mas o alto valor pago para o Milan (65 milhões de euros) somado ao fracasso do Real Madrid fizeram com que ele ficasse marcado como uma das maiores decepções da temporada.

Provavelmente com José Mourinho no comando dos merengues, o brasileiro deve jogar mais vezes em sua posição e crescer de produção no segundo semestre de 2010.

3º) Alberto Aquilani (Liverpool)
Sem Xabi Alonso, o Liverpool foi atrás de Aquilani, na Roma, para substituí-lo, mas não deu certo. As frequentes lesões, que sempre acompanharam o italiano, o atrapalharam mais uma vez e ele não justificou os 20 milhões investidos. Para piorar, ele ainda viu seu time ficar fora até da Liga Europa na próxima temporada.

4º) Karim Benzema (Real Madrid)
Foi uma temporada para Benzema esquecer. Ele saiu do Lyon e chegou ao Real para ser o centroavante de um time cheio de estrelas, mas sequer conseguiu ser titular. O “Ronaldo francês” perdeu posição para Higuaín e ainda ficou de fora da Copa do Mundo. Difícil que a próxima temporada seja pior para ele.

5º) Klaas-Jan Huntelaar (Milan)
O holandês já tinha decepcionado, um ano antes, com a camisa do Real Madrid. Foi para o Milan e o filme se repetiu: poucos gols, raros momentos de brilho, quase nenhuma qualidade técnica apresentada e muita decepção. O titular da posição foi o razoável Borriello, e Huntelaar já está queimado entre os times grandes da Europa.

6º) Dmytro Chigrinskiy (Barcelona)
Não se paga 25 milhões de euros por um defensor para que ele seja a quarta opção do time. Mas foi o que aconteceu com o Barça ao tentar investir no ucraniano Chigrinskiy. É claro que não é fácil vencer a concorrência com Piqué e Puyol, dois dos melhores zagueiros do mundo atualmente, mas ele conseguiu ser reserva até de Gabriel Milito ou Rafa Márquez. Decepção enorme!

7º) Yuri Zhirkov (Chelsea)
Um dos destaques da surpreendente Rússia na Eurocopa 2008, o versátil jogador sofreu com uma lesão e não conseguiu se encaixar no plantel do Chelsea. Tanto na lateral-esquerda quanto no meio-campo a concorrência é dura para ele, mas o fato é que faltou mostrar mais qualidade para realmente justificar o valor investido, 21 milhões de euros.

8º) Mario Gomez (Bayern de Munique)
A decepção não foi tão grande por causa do sucesso que o Bayern conseguiu ao final da temporada, mas os 30 milhões de euros investidos em Mário Gomez não foram tão úteis. Isso porque ooutros atacantes do time, como o jovem Thomar Müller e o croata Ivica Olic se destacaram muito mais.

É claro que Mario foi razoavelmente útil e ainda pode ser mais, mas todo o dinheiro gasto poderia ter feito mais diferença se o Bayern tivesse trazido um jogador para outras posições, como um zagueiro, por exemplo.

9º) Roque Santa Cruz (Manchester City)
Ele não chegou com grandes expectativas, mas 21 milhões de euros foram gastos em um jogador que só foi um reserva medíocre para Adebayor. O paraguaio é limitado mesmo. O City poderia ter buscado uma opção ofensiva melhor e talvez até mais barata para ajudar o time na briga por uma vaga na Liga dos Campeões.

10º) Diego (Juventus)
O meia brasileiro chegou a empolgar no começo, mas logo mostrou que não destoaria do fracasso do seu time na temporada. Ele foi titular com frequência e até viveu bons momentos, mas não conseguiu ser o líder e a referência no meio-campo que a Vecchia Signora tanto precisava.

Agora especulam que seu futuro no clube pode ser ainda pior. Isso porque o novo técnico da Juventus, Luigi Del Neri, costumar usar o esquema tático com duas linhas de 4, no qual Diego não se encaixa em posição alguma.

11º) Zlatan Ibrahimovic (Barcelona)
Aqui a opinião é menos minha e mais da torcida do Barcelona. Afinal, Ibra não foi tão mal em seu primeiro ano em um novo time. Não chegou a se destacar como nos tempos de Inter de Milão, é verdade, mas fez mais de 20 gols e ajudou o time na conquista do título espanhol.

Agora Villa já chegou e ele pode sair do time por falta de espaço, mas ainda acredito que eo sueco poderia ser útil. Só eu. Os catalães não.

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