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Fàbregas

Certos conceitos são difíceis de entender no futebol. Por anos e anos o Barcelona teve a contratação de Fàbregas como a sua grande obsessão. A insistência foi tamanha que ninguém aguentava mais as especulações sobre isso. E agora, que a contratação finalmente foi confirmada, criaram o conceito que Fàbregas será reserva no Barça.

Como assim? Inadmissível! Depois de tanta insistência, depois de tanta chatice criada por essa transferência, exijo que Fàbregas jogue muito, com muita frequência. Sempre, eu diria.

Claro que Guardiola me diria, no entanto, que não é assim que as coisas funcionam. Que é preciso calma, que não é fácil encaixá-lo no time, que ele precisa se adaptar ao estilo do Barça e vice-versa. Leonardo Bertozzi, Gustavo Hofman, Vitor Sérgio e André Baibich, por exemplo, também pensam assim. Eles entendem que Fàbregas, pelo menos por enquanto, será reserva.

Não aceito! Fàbregas já tem um estilo de jogo que se encaixa no Barça, com passes precisos, movimentação e marcação forte. E a solução para ele entrar no time é bem simples: sai o atacante Pedro, Iniesta vai para a ponta, como faz na seleção espanhola, e abre um espaço no meio-campo para Fàbregas formar uma dupla fantástica com Xavi.

Claro que na prática isso ainda precisa ser treinado e sempre haverá uma rotação entre esses jogadores, fazendo com que ninguém seja exatamente titular ou reserva. Mas com a formação citada acima, com Fàbregas como titular, o Barcelona tem tudo para melhorar ainda mais. Se é que isso é possível…

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Lionel Messi

O prêmio de melhor do mundo de 2011 já está garantido

A temporada europeia de 2010/2011 acabou no último final de semana. Foi um período histórico, principalmente pelos feitos do Barcelona, mas também pelas muitas surpresas nos campeonatos nacionais, como o Borussia Dortmund campeão na Alemanha ou o Napoli e a Udinese como 3º e 4º lugares na Itália.

E foi também uma temporada cheia de destaques individuais – não é preciso mais elogiar Messi. E há ainda Cristiano Ronaldo e seus recordes, a segurança de Thiago Silva, a afirmação de Özil e muitos gols de artilheiros de qualidade.

Por isso não é fácil escolher uma seleção da temporada europeia. Mesmo assim, resolvi arriscar. Os melhores jogadores de 2010/2011 no Velho Continente seguem alinhados abaixo no 4-2-3-1:

MELHOR GOLEIRO: Van der Saar

Claro que a segurança de Casillas merece ser citada, assim como os milagres de Neuer, os reflexos de Cech e a evolução de Joe Hart. Há ainda Hélton, o brasileiro capitão do impressionante Porto.

Mas Van der Saar juntou um pouco de todas essas qualidades e misturou com sua tradicional regularidade. Além disso, é também uma homenagem para o ex-goleiro do Manchester United, que saiu do futebol para ficar na história como um dos melhores jogadores da posição em todos os tempos.

MELHOR LATERAL-DIREITO: Daniel Alves

Ele foi muito bem, mas provavelmente nem foi a melhor temporada do brasileiro no Barcelona. Mas dessa vez faltaram concorrentes na posição.

Sergio Ramos, Philip Lahm e também brasileiro Maicon são outros eternos destaques da posição, mas nenhum brilhou tanto quanto Daniel Alves.

Daniel Alves

Daniel Alves superou Maicon na temporada e na Seleção Brasileira

MELHOR ZAGUEIRO: Thiago Silva e Vidic

Incrível como dessa vez não foi fácil escolher os melhores dessa posição. Além dos dois escolhidos, sobraram outros beques, como Ricardo Carvalho, que foi fundamental para a melhora defensiva do Real Madrid; ou Piqué, que teve que se virar sem Puyol frequentemente; ou Hummels, um dos destaques do Borussia no título alemão. Há ainda Lúcio, Ferdinand, Kompany, Dawson e Nesta.

Mas a temporada de Thiago Silva foi impressionante, já que ele chegou a se destacar até como volante. E Vidic se firmou como uma liderança do Manchester United com segurança e precisão nos desarmes.

MELHOR LATERAL-ESQUERDO: Ashley Cole

O lateral do Chelsea não é mais aquele do Arsenal, time no qual viveu seu auge. Mas hoje saber usar sua experiência a favor e ser fundamental para o Chelsea tanto na defesa quanto no apoio.

E ele também contou com a falta de concorrência, já que Evra, Schmelzer, Marcelo e Abidal até tiveram seus bons momentos, mas não foram tão regulares e constantes quanto Cole.

VOLANTES: Busquets e Xavi

Xavi e Busquets

Eles se entendem

Eles até são discretos, mas com um pouco de atenção dá para perceber o quanto são fundamentais para o Barcelona. Isso porque facilitam tanto a marcação sobre pressão que o time exerce como também dão qualidade na saída de bola do time catalão. Um marca mais, o outro passa melhor, mas eles se completam perfeitamente.

Difícil achar algum concorrente com tanta eficiência. Seedorf, que por vezes teve que jogar mais recuado que o normal no Milan, poderia ser um rival à altura. O jovem Wilshere, do Arsenal, mostrou que no futuro pode alcançá-los. Sahin, ex-Borussia e agora no Real, também foi um grande nome da posição. Posso ainda incluir Carrick, Modric, Schweinsteiger e Lucas na disputa. Mas fato é que Busquets e Xavi sobraram.

MEIA: Özil

Aqui a escolha é difícil por causa de um grande duelo entre o alemão do Real e Iniesta, do Barça. Mas este último já teve temporadas mais decisivas e por pouco perdeu a disputa dessa vez. Pelo menos nessa posição.

Além deles, é preciso mencionar as boas temporadas de Van der Vaart, Kevin Prince Boateng, Yaya Touré, Kagawa e Hernanes.

PONTAS (WINGERS): Cristiano Ronaldo e Iniesta

O primeiro deles é mais fácil escolher: Cristiano Ronaldo, mesmo que tenha jogado mais centralizado às vezes, sabe se destacar como poucos quando faz jogadas pelas laterais em direção ao gol. Quebrou diversos recordes, foi o artilheiro do Campeonato Espanhol, decidiu a Copa do Rei contra o Barcelona e só não levantou mais títulos porque o Real Madrid ainda é um time em formação.

Na outra ponta, poderia estar o veterano Giggs, mas ele jogou centralizado muitas vezes e nem sempre foi titular. Gareth Bale foi uma das grandes revelações da temporada, mas se machucou demais. Nani seria outra opção, mas ainda falta a ele ser mais decisivo, mais craque. Aliás, este é o mesmo problema de Nasri. É preciso lembrar ainda dos bons Hulk, Alexis Sánchez, Robinho, Di María e David Silva – todos fizeram boas temporadas, não mais do que isso.

Mas vou me permitir um improviso aqui: Iniesta, que é meia, mas já jogou pelas pontas diversas vezes pelo Barcelona e até na Copa de 2010, vai ser o escolhido para esta posição. Ele merece!

CENTROAVANTE: Messi

Poderia até ser complicado ter que tirar dessa seleção Alexandre Pato, Cavani, Eto’o, Falcao, Ibrahimovic, Lucas Barrios, Mario Gomez, Tévez e Chicharito – todos são grandes goleadores que vivem ótimas fases na temporada.

Mas por motivos óbvios é preciso optar por Messi, mesmo que ele não seja um típico centroavante. Ele joga centralizado, mas recua quase como um meia e chega de frente para o gol para finalizar. E é exatamente por essa movimentação que ele se diferencia dos mortais e caminha aceleradamente para se tornar uma lenda.

Portanto, o time dos melhores da temporada europeia 2010/ 2011 fica assim escalado por mim:

Van der Saar; Daniel Alves, Thiago Silva, Vidic e Ashley Cole; Busquets, Xavi e Özil; Iniesta, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.

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A Fifa divulgou nesta terça-feira sua lista de finalistas do prêmio Bola de Ouro 2010. Ao contrário dos últimos três anos, dessa vez não temos um favorito absoluto na disputa, o que torna a eleição ainda mais interessante.

Sempre apostei que a Copa do Mundo decidiria essa premiação, como aconteceu em 2002 e 2006. Porém, dessa vez isso não aconteceu. A Espanha, campeã do Mundo, não teve um grande destaque individual. Forlán, eleito pela Fifa como o melhor da competição na África do Sul, não virou favorito absoluto por estar um time de 2º escalão na Europa. E não falta concorrência para ele…

Por isso segue abaixo uma lista com os principais candidatos ao prêmio Bola de Ouro 2010, dentre aqueles indicados pela Fifa. Desse TOP 11 sai o vencedor. Eu já tenho meu voto…

11º) Thomas Müller
Já dá pra dizer que é um jovem de talento indiscutível. O incrível achado do Bayern é rápido, inteligente e matador. Foi bem na Liga dos Campeões pelo finalista Bayern de Munique e se consagrou como artilheiro da Copa.

10º) Cristiano Ronaldo
Tentou levar o Real Madrid nas costas e quase conseguiu, mas é impossível superar sozinho o Barcelona. Foi mal demais na Copa do Mundo, mas depois dela, na atual temporada, tem acumulado atuações espetaculares. Se continuar assim, sobe na minha lista, que ainda pode ser atualizada até o fim do ano.

9º) Xavi
Seu futebol é discreto e pode passar desapercebido por um olhar menos atento, mas ele é fundamental no estilo de jogo do Barcelona e principalmente no da Espanha. Sua capacidade de passe é incrível.

8º) Maicon
Não é fácil um defensor se destacar tanto na Europa. Mas Maicon conseguiu com sobras. Com força e velocidade, foi uma das armas da Inter de Milão, que foi campeã de tudo. E ainda foi bem na Copa, apesar do fracasso brasileiro.

7º) Bastian Schweinsteiger
É outro que, mesmo sem chamar tanta atenção, é fundamental em qualquer equipe. Cuidou como poucos da saída de bola do Bayern e da Alemanha, dois dos times que mais impressionaram em 2010.

6º) Andrés Iniesta
Ao fazer o gol que decidiu a final da Copa do Mundo para a Espanha, contra a Holanda, ele coroou uma temporada que já tinha servido para ele se consolidar como um dos melhores do mundo.

5º) Lionel Messi
Não foi uma temporada tão brilhante quanto a de 2009. Mas tecnicamente o argentino só é comparável a Cristiano Ronaldo no mundo. Faz atuações impressionantes no Barcelona. Ele fracassou na Copa do Mundo, é verdade, mas fez seus melhores jogos com a camisa da Argentina. Está evoluindo até nesse seu ponto fraco…

4º) Arjen Robben
Foi o craque que levou o Bayern de Munique para disputar a final da Liga dos Campeões. Não conseguiu decidir contra a Inter de Milão e ainda jogou a Copa lesionado, mas ainda foi vice-campeão mundial e não dá pra ignorar seus belos dribles e gols decisivos ao longo do ano.

3º) David Villa
Quando a Espanha passou por sufocos na Copa do Mundo, lá estava ele para marcar os gols que Fernando Torres não fazia. Se tivesse marcado mais um tento na final seria facilmente eleito o melhor do mundo, já que foi realmente brilhante na África do Sul.

2º) Diego Forlán
O peso da Liga Europa é menor, mas fato é que Forlán já tinha feito um incrível 1º semestre pelo Atlético de Madrid. Foi para a Copa e carregou o Uruguai nas costas rumo a um digníssimo quarto lugar. A Fifa o elegeu como melhor do Mundial na Áfica do Sul, mas isso não deve levá-lo ao Bola de Ouro automaticamente dessa vez. E por pouco…

1º) Wesley Sneijder
Só faltou vencer um jogo para ter uma temporada perfeita. Foi o cérebro da Inter de Milão que ganhou tudo no 1º semestre. Com a lesão de Robben, a inoperância de Van Persie e a limitação de Kuyt, teve que chamar a responsabilidade e levar a Holanda para a final da Copa. Faltou a vitória contra a Espanha para se consagrar, mas não dá pra julgar um ano em 90 minutos.

Meu voto não é exatamente meu palpite. Ou seja, creio que a lista da Fifa será um tanto diferente dessa acima. Coloquei minha opinião em campo, mas certamente a eleição trará uma conclusão variada das opiniões de jogadores, técnicos, jornalistas, etc…

Didier Drogba, Samuel Eto’o, Júlio César, Mesut Özil, Daniel Alves e Iker Casillas são outros da lista da Fifa que também tiveram um ótimo ano.

Lembro ainda de Diego Milito e Wayne Rooney, esquecidos pela entidade máxima do futebol. O argentino fez gols decisivos na Liga dos Campeões, enquanto o inglês foi o melhor do mundo nos dois ou três primeiros meses de 2010, sem dúvidas, até que se machucou e teve sua boa fase interrompida.

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Chamar de vitória justa é pouco. Foi mais do que isso. A Espanha não fez só uma Copa brilhante. Brilhou nas Eliminatórias. Brilhou na Eurocopa. E o resultado não poderia ser outro se não o título da Copa do Mundo de 2010.

Chamar de vitória bonita é pouco. Foi mais do que isso. A Espanha deixou um verdadeiro legado para as próximas gerações: não se ganha só com raça. Não se ganha só com violência. O que mais decide é a técnica, o toque de bola e o talento. A seleção que tem tudo isso só poderia ficar com o título da Copa do Mundo de 2010.

Chamar de vitória emocionante é pouco. Foi mais do que isso. A Espanha mostrou que não era só frieza e paciência. Mostrou isso através da camiseta de Iniesta, em homenagem a Jarque. Através da camiseta de Sergio Ramos, em homenagem a Puerta. E também mostrou no choro de Casillas ao levantar o troféu da Copa do Mundo de 2010.

Chamar de vitória sofrida é pouco. Foi mais do que isso. A Espanha precisou se superar desde o primeiro jogo, após a zebra suíça. Precisou melhorar a cada partida. E conseguiu. Superou todas críticas,  contou com boas intervenções do técnico Vicente Del Bosque, venceu todos jogos do mata-mata por 1 a 0 e faturou o título da Copa do Mundo de 2010.

Chamar de vitória histórica é pouco. Foi mais do que isso. A Espanha perdeu sua virgindade, quebrou recordes, tabus e clichês. Foi além: conquistou um respeito que poucos tinham com ela. Agora poderá aproveitar todos os benefícios do título da Copa do Mundo de 2010.

Foi uma vitória justa, bonita, emocionante, sofrida e histórica. E foi mais do que isso. Difícil é definir. Fácil é admirar. Parabéns, Espanha!

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A Espanha não pode se iludir com a vitória por 1 a 0 diante de Portugal. Contra um time extremamente recuado, a equipe de Vicente Del Bosque mostrou defeitos táticos, estratégicos e erros em sua escalação. Mesmo assim, venceu. O que não significa que está tudo bem…

O principal defeito não é difícil de enxergar: o time é torto. Com Villa aberto na ponta esquerda, falta alguém que jogue pela direita. Apenas o lateral Sergio Ramos tenta atacar por ali, mas o apoio não é sua principal virtude. Iniesta também ajuda, mas sua tendência é de fechar pelo meio. Veja o mapa de como se posicionaram os espanhóis no 1º tempo do jogo desta terça:

Enquanto Villa (7) cria pela esquerda, há um buraco quase sem ninguém na ponta direita, poucas vezes ocupado por Iniesta (6)
Enquanto Villa (7) cria pela esquerda, há um buraco quase sem ninguém na ponta direita, poucas vezes ocupado por Iniesta (6)

Não é à toa que as estatísticas da Fifa comprovam: a Espanha é o time classificado para as quartas que mais ataca pela esquerda – 23 vezes na Copa. Como resolver isso? Aí começa uma discussão sobre escalação…

Jesús Navas, Mata, David Silva ou até Pedro poderiam ser escalados para jogar pela ponta direita, mas… quem sairia para eles entrarem? Seguestão: com a saída do Busquets, por exemplo, o time ainda poderia resolver outro problema: o excesso de lentidão que tem feito a Espanha sofrer contra retrancas, como aconteceu diante da Suíça também.

Manter Fàbregas no banco de reservas é outro problema. O meia do Arsenal é outra opção para entrar na vaga de Busquets, o que avançaria o time e faria com que, automaticamente, Iniesta se deslocasse com mais frequência pela direita.

Outra mudança na escalação já muito discutida pela própria imprensa espanhola é a troca de centroavante: entraria Llortente e sairia Fernando Torres, já que este tem decepcionado, até por conta de seus problemas físicos.

Dessa forma, só dá pra concluir que a Espanha precisa mudar. Afinal, todas as dificuldades enfrentadas pela seleção contra Portugal serão repetidas nas quartas de final. O Paraguai vai recuar e esperar a subida adversária para só então contra-atacar.

Vicente Del Bosque tem duas opções para alterar esse cenário: perceber os problemas citados acima e mexer no time ou seguir iludido e ver a Espanha sofrer novamente. É difícil demais acreditar em vitória paraguaia, mas a Fúria precisa acordar e melhorar desde já, pois tem várias opções para arrumar essa equipe e brigar pelo título da Copa.

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Basta ler alguns dos posts do Opiniões em Campo sobre a Seleção Brasileira para perceber que não sou um dos maiores críticos do trabalho de Dunga. É claro que discordo algumas decisões dele e não gosto de sua postura com a imprensa. Mas acho que o técnico acertou mais do que errou nos últimos quatro anos.

Mesmo assim, admito uma contradição: não aposto que o Brasil vá ser hexacampeão na África do Sul. É uma das seleções favoritas sim, não deve fazer feio, mas algo vai faltar para o time nos grandes momentos.

Explico: a falta de variação tática é um dos principais motivos desse meu palpite. A Seleção pouco treinou mudanças no 4-2-3-1, que é eficiente, mas não pode ser opção única. O time precisaria, por exemplo, tentar jogar com um atacante no lugar de Elano, pela direita, em um típico 4-3-3. Mas Dunga praticamente não treinou isso  e dificilmente arriscará durante a Copa.

Após o amistoso contra a Tanzânia, na última segunda, Dunga colocou jogadores de mais velocidade em campo e disse ter uma variação tática. Não é assim. Em primeiro lugar, porque isso só mudo o estilo e a estratégia de jogo, não a tática em si. Em segundo, porque essa alternância pouco foi treinada. Funcionou contra a Tanzânia, que nada mais é do que… a Tanzânia, oras!

As escalações dos volantes e do lateral-esquerdo, mal conduzidas até aqui, são outros defeitos graves. Mais jogadores das posições poderiam ter sido testados, principalmente por causa do “risco Felipe Melo”, já comentado aqui desde fevereiro e até na semana passada.

Esses são só alguns dos pontos fracos que devem tirar a Seleção Brasileira da disputa pelo título. Mas reforço: eles não deixarão a equipe passar vexame. Até porque os pontos fortes também existem, como a defesa segura, a consistência tática, as jogadas aéreas e de contra-ataque bem trabalhadas, além do próprio talento individual de alguns jogadores.

Dessa forma, o Brasil deve cair nas quartas de final, diante de seus adversário mais provável nessa etapa, a Holanda. Antes, deverá ter o Chile como adversário.

Caso não se classifique como primeiro em seu grupo, o caminho muda e então a eliminação pode ser diante da Espanha, nas oitavas. O que ainda assim não seria vexatório, dependendo de como acontecesse, já que a seleção de Xavi, Iniesta, Fábregas, Villa e Torres tem o melhor elenco da Copa.

Como torcedor, é claro que ficarei decepcionado se meus prognósticos se confirmarem. Como jornalista, vou esperar para enxergar além do resultado. Infelizmente não é isso que vai acontecer por aí. Após a eliminação, virão críticas duras imediatas contra o Dunga e todo seu trabalho. Que, como dito no 1º parágrafo, não merece tudo isso. Pelo menos até aqui. Veremos após a Copa do Mundo…

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APITO FINAL!

O Barcelona é o grande campeão da Liga dos Campeões!

Um título que vem com toda a justiça possível. Afinal, um time como este não poderia passar em branco na história do futebol.

Muitos falarão que a final consagra Messi de uma vez por todas como o melhor jogador do mundo. Mas a verdade é que o Barcelona de 2009 é um time cheio de melhores do mundo.

Como não eleger Daniel Alves o melhor do mundo em sua posição?

Como não apontar Iniesta e, principalmente, Xavi Hernandéz, como os melhores meio campistas da atualidade?

Como não falar de Eto’o, que vivia uma má fase até ser essencial na hora que o Barcelona mais precisava?

E ainda tem os gigantes Piqué, Puyol, Touré, Henry, etc…

Messi é “apenas” o auge de toda esta estrutura sensacional, que merecia estar quase inteira na premiação de melhores do mundo da FIFA, no final de 2009.

Está aí o melhor jogador do mundo em 2009

Está aí o melhor jogador do mundo em 2009

Vence o futebol, que viu um dos melhores times da sua história recente se consagrar no Estádio Olímpico.

Em Roma, a “Cidade Eterna”, este Barcelona também virou eterno.

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