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Posts Tagged ‘Juca Kfouri’

Da mesma forma que muitos comentaristas esportivos se apressaram para comentar sobre a suposta ida de Muricy Ramalho para a Seleção Brasileira agora existem outros que estão cometendo o mesmo equívoco. Afinal, como Caio Maia opinou, “vale a pena esperar antes de comemorar a derrota de Ricardo Teixeira”.

O presidente da CBF errou feio e isso já está bem claro. Ele demorou demais para escolher o substituto de Dunga e ainda negociou com Muricy Ramalho sem avisar ao Fluminense. Mas não é novidade que trata-se de um incompetente que já deveria ter saído há anos do cargo que ocupa.

No entanto, ainda é possível que o técnico do Fluminense vá para a Seleção. Sobram informações de última hora que indicam isso. Até o próprio Tricolor Carioca já admitiu a possibilidade, caso a CBF resolva pagar a multa recisória, de acordo com a Folha de S. Paulo.

Não é difícil que Ricardo Teixeira queira desembolsar um alto valor para contar com Muricy na Seleção. Seria uma forma de calar todos seus críticos que já se apressaram em comemorar o vexame do presidente da CBF. Juca Kfouri, é claro, foi um dos primeiros a fazer isso. Paulo Calçade, Flávio Gomes, Vitor Sérgio e outros também já destacaram essa visão dos fatos.

Não os condeno. Não estão errados. Eu também comemorarei. Mas prefiro esperar um pouco mais…

ATUALIZAÇÃO ÀS 20h50: com horas absurdas de atraso, a CBF finalmente se manifestou oficialmente sobre o assunto e confirmou que Muricy não foi liberado pelo Fluminense.

Agora restam duas ações à entidade: pagar a multa rescisória do técnico ou achar alguém que aceite assumir como 2ª opção.

A derrota de Ricardo Teixeira está cada vez mais feia. Ficou difícil acreditar que ele vá se salvar nos acréscimos. Que ele pelo menos cumpra sua promessa de definir quem será o novo técnico da Seleção até segunda-feira!

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SALA DE IMPRENSA

Nenhum comentarista esportivo foi louco o suficiente para subestimar a dificuldade do grupo do Brasil na Copa do Mundo. Todos alertaram para os cuidados que Dunga teve ter.

Mesmo assim, ficou claro o otimismo em relação ao destino da Seleção Brasileira: passaremos da primeira fase, apesar dos pesares. Mauro Cezar Pereira, Benjamin Back, Lédio Carmona, por exemplo, palpitaram sobre todos grupos e mostraram fé na classificação.

Há também quem vá além: Marcelo Di Lallo e Mauro Betting fizeram suas projeções e imaginaram que a seleção canarinha vai chegar à final da Copa.

Quem também esbanja otimismo é Juca Kfouri e André Rocha. O primeiro escreveu que “O Grupo G do Brasil não é nem fácil nem difícil. Para o Brasil, é claro”. O segundo analisou que “a seleção pode crescer ainda mais com os primeiros obstáculos na África do Sul e fazer da aparente falta de sorte na escolha das bolinhas uma trajetória de ventura na busca do hexa”

Apesar de todas as brigas de Dunga com a imprensa e de todas duras críticas que ele sempre recebeu, existe uma justa confiança no trabalho dele. Agora é saber o quanto isso vai ajudar ou se pode servir apenas como uma pressão para que o resultado final na África do Sul seja excelente.

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SALA DE IMPRENSA

Obrigado, comentaristas esportivos! Não terei que repetir aqui a velha e chata ideia de que a arbitragem não decide o Brasileirão, já que erra para todos lados. Afinal, dessa vez as análises ignoraram o erro crasso de Elmo Alves Rezende Cunha a favor do Palmeiras, contra o Sport. Quem quiser ler algo sobre isso, que vá para o blog de Marcelo Damato ou de Juca Kfouri.

Agora o foco da maioria das análises sobre o jogo ficou no que realmente importa: o pífio futebol que o Palmeiras tem apresentado há muito tempo. Existem várias teses diferentes sobre a queda de rendimento do time, o que só mostra como o problema é gigante.

Maurício Noriega, por exemplo, prefere culpar o excesso de desfalques. Carlos Pizzatto lembrou de uma questão tática. Já Marcelo Di Lallo destacou o excesso de bolas cruzadas e ligações diretas no setor ofensivo.

Paulo Calçade foi mais contundente ainda em sua crítica ao destacar a existência de uma “defesa vulnerável, meio-campo que não marca ninguém e ataque inexpressivo” nos comandados de Muricy Ramalho.

Todos eles têm um pouco de razão. Mas, ao meu ver, PVC foi quem enxergou melhor a crise . Ele escreveu que “em alguns momentos, a ansiedade do time atrapalha mais do que a falta de qualidade”. É isso! O defeito do Palmeiras é maior na parte psicológica, o que afeta diretamente os fatores técnicos.

Não sei se dá tempo de corrigir isso e ainda ser campeão, mas o questionamento atual é se até a vaga na próxima Copa Libertadores será mesmo conquistada. Tudo está cada vez mais difícil. E não é por culpa da arbitragem!

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A mudança do sistema de pontos corridos para a volta do mata-mata no Campeonato Brasileiro foi um dos principais assuntos desta semana. Juca Kfouri até a apresentou o modelo que a Globo sugeriu.

O Clube dos 13 vai estudar a proposta, Flamengo e Corinthians apoiarão a ideia, mas é tudo que os comentaristas esportistas não querem. Quase todos eles defenderam a manutenção do sistema atual. Quase.

Carlos Cereto, repórter da Sportv – ou seja, da Globo, é claro – escreveu que prefere o mata-mata e apresentou dois argumentos. O primeiro: “Gosto do imponderável, do cheiro de decisão no ar, de jogos decisivos, de uma final para se apontar o campeão”.

Não entendo. Assim como Humberto Peron, da Folha de S. Paulo, que contrapõe: “Agora todas as partidas valem e os times precisam jogar cada partida como se fosse uma decisão”.

É isso: o campeonato por pontos corridos cria ainda mais ‘finais’ e gera uma emoção maior. Ao torcer, você não se preocupa apenas com o jogo do seu time. Outras partidas podem ganhar importância e ter o tal “cheiro de decisão no ar”.

O outro argumento de Cereto é que “a organização (dos clubes) deveria existir independentemente da fórmula de disputa”.

Entretanto, é óbvio que os pontos corridos facilitam essa organização. Afinal, eles premiam, de forma justa, os times mais bem preparados. Há menos injustiça, sorte e espaço para mediocridade.

Ou melhor, como escreve Leonardo Bertozzi: “A volta do mata-mata só interessa a quem é incapaz de montar um elenco sólido o suficiente para superar a maratona da temporada”.

Agora é torcer para o Clube dos 13 não se inspirar em Carlos Cereto e manter o sistema atual de disputa do Brasileirão. Afinal, existem outras maneiras de tornar o campeonato mais interessante. Sugestões não faltam.

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Espanta a empolgação de alguns comentaristas esportivos sobre a pequena arracanda do Palmeiras no Brasileirão 2009. Não consigo concordar com Michel Laurence, Caio Maia, Neto ou Juca Kfouri, por exemplo.

Eles escreveram, respectivamente, que o time de Muricy Ramalho “pode encomendar as faixas porque o título vai chegar”, que “ninguém, a não ser o próprio Verdão, pode tirar o título do Palestra”, que “vai ser difícil segurar esse quarto e inédito título do competente Muricy” ou simplesmente apostaram que o alviverde “será pentacampeão brasileiro”.

É claro que a vantagem conquistada recentemente é importante, os talentos de Muricy e de Diego Souza estão aparecendo e o trabalho da diretoria é ótimo. Como muito bem escreveu Dassler Marques, “há algumas características na campanha palmeirense que indicam merecimento no Brasileiro”.

Mas merecer nem sempre é vencer. E os problemas do líder ainda podem fazer o time perder. Como destaca Mauro Betting, “falta elenco” e o Palmeiras ainda “não mostrou jogo de líder absoluto de campeonato tão equilibrado”. Basta ver o problema gerado pela lesão recente de Maurício Ramos, comentado via twitter.

Não acredito que o time caia nessa armadilha do favoritismo e se acomode. Mas seria interessante que os comentaristas esportivos também não se empolgassem tanto. Ainda faltam 12 rodadas…

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É um atacante que “fez sucesso por onde passou”, superou o fato de ser “desprezado, ignorado e debochado no Brasil”, foi “campeão, craque e artilheiro da última Bundesliga” e teve um “começo arrasador na competição de clubes mais importante do mundo”.

As conclusões acima foram tiradas de textos de Juca Kfouri, Lédio Carmona, Décio Lopes e André Rocha. Todos eles rasgaram elogios absolutamente justos para Grafite.

Autor dos 3 gols do Wolfsburg na estreia do time na Liga dos campeões, ele tem sido um dos poucos destaques brasileiros na Europa há mais de um ano.

Fica a pergunta que não quer calar, feita por Juca, sobre a presença dele na Seleção Brasileira: “o que mais Grafite precisa fazer para ter uma chance”?

Eu não sei responder… Só sei que vale a observação!

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Fiquei assustado com o grande número de comentaristas esportivos que apontou apenas Palmeiras, Inter e São Paulo como favoritos ao título do Brasileirão 2009 após a 23ª rodada.

Alberto Helena Jr., por exemplo, confirmou essa impressão e Juca Kfouri foi direto ao ponto: “Palmeiras, Inter e São Paulo vão brigar pelo título. O Palmeiras pelo penta, o Inter pelo tetra e o São Paulo pelo heptacampeonato”.

O portal Terra chegou a fazer um interessante gráfico de análise, em que separa e restringe os três times do resto dos outros times do campeonato.

Sérgio Xavier escreveu que o Corinthians pode decidir o título para seus rivais, mas não citou o time na briga pelo título em outro post sobre o  assunto.

É claro que eu concordo que Palmeiras, Inter e São Paulo são os principais candidatos, mas será que dá mesmo para fechar o grupo dessa forma? Será que o Corinthians não tem mais chances?

O time não está pressionado, tem uma boa pontuação e contratou bem. Ronaldo vai voltar em breve, assim como Marcelo Mattos e Defederico devem estrear em pouco tempo. São refoços que deixarão o time completo, apenas sem um lateral-esquerdo, posição complicada para quase todos times brasileiros hoje.

É claro que os problemas podem surgir, o meia argentino pode não dar certo, pode faltar motivação e tudo mais. Mas ainda prefiro ficar com a conclusão de Maurício Noriega: “Pelo jeito, o bicho vai pegar mesmo entre Palmeiras, Inter e São Paulo, com o Corinthians correndo por fora”. Só não esqueçam que ele está correndo…

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A derrota da Espanha para os Estados Unidos deixou todo mundo atordoado. Vários tentaram entender a zebra, mas apontaram motivos diferentes. Apenas um discurso foi mais presente: aquele que poupa a “Fúria” de críticas mais duras.

Ou seja, “Qualquer seleção pode ter um dia ruim, e nem mesmo uma equipe tão forte escapa disso”, como escreveu Leonardo Bertozzi.

“A Espanha segue sendo um grande time”, elogiou Maurício Noriega, que foi apoiado por Paulo Calçade: “Não se pode diminuir o futebol espanhol porque o time perdeu um torneio de pequena importância”

Alberto Helena Jr. e Lédio Carmona também seguiram por este caminho.

Salto alto e fúria norte americana
Juca Kfouri viu soberba nos espanhois: “Para quem estava há 35 jogos sem perder, não seria um time tão fraco que a venceria, pensaram os espanhóis”, escreveu, tendo sido apoiado por Marcel Buono.

E houve também, claro, quem enxergou os méritos dos EUA. Carlos Pizzatto fez justiça: “Méritos da comissão técnica e dos aplicados jogadores, que souberam minimizar o poder de fogo da Fúria”.

A conclusão é que aconteceu um pouco de tudo: em um jogo de exceção, que não pode servir para julgar o futebol da Espanha, os Estados Unidos jogaram bem e tiveram a ajuda de um certo salto alto dos adversários.

Isso é futebol… e cada um enxerga como quer.

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O Palmeiras conseguiu superar uma retranca em casa, contra a LDU, e ficou mais próximo de fazer eu calar a boca. Eu tinha considerado o time elimindo da Copa Libertadores, mas agora as chances são razoáveis.

A matemática é complicada, mas provavelmente será necessário vencer o Colo Colo fora de casa. Missão complicada, mas que poderia ser ainda mais difícil. É o que defendem Juca Kfouri, Vitor Birner e Benjamin Back.

“Já imaginou se tivesse o Corinthians, em Presidente Prudente, ou o São Paulo, no Morumbi, pela frente no domingo? Bem aventurada desclassificação do Paulistinha!”, escreve Juca.

“A chance de ficar com a vaga por  causa da eliminação contra o Peixe, por não ter que enfrentar o Corinthians na decisão do Estadual, é maior do que se tivesse outra desgastante decisão no domingo.”, concordou o Birner.

Benjamin ressaltou ainda que, já nesta terça-feira, o Palmeiras apresentou “tudo o que faltou contra o Santos pelo Paulistão no último sábado”

Concordo com eles. E nada me tira da cabeça uma coisa: os palmeirenses jogaram com o “freio de mão puxado” contra o Santos, já pensando no jogo contra a LDU. Ainda mais depois de terem saído atrás no placar.

Jogadores não são totalmente burros. Eles sabem que a Libertadores tem um peso maior e pensaram nisso: pegr leve em um jogo perdido, contra o Santos, para estar melhor naquilo que realmente importava, contra a LDU.

Pelo menos a tática funcionou e o Palmeiras agora tem chances que não são apenas matemáticas, como eu previa.  O time de Luxemburgo freiou para acelerar na hora certa.

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Não sou partidário da opinião empolgada, de muitos comentaristas, sobre a situação atual de Ronaldo. O “Fenômeno” realmente está bem, mas é preciso calma, muita calma nos elogios.

PVC e Mauro Cezar Pereira se empolgaram. Depois do jogo contra o São Paulo, no qual ele realmente foi bem, os dois comentaristas teceram seus argumentos para vangloriar Ronaldo.

“Agora Ronaldo mostrou um pouco do verdadeiro Ronaldo. Bem-vindo!”, escreveu Mauro. PVC apelou para os números, como sempre faz, ao ressaltar que Ronaldo esteve “em campo em 75% das partidas” desde que estreou.

Eu discordo. Não acho que as atuações de Ronaldo até agora permitam todos estes elogios. Mas de uma coisa eu tenho certeza: não dá para duvidar dele!

Que o diga Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, vice presidente de futebol do São Paulo!

Leco andou chamando Ronaldo de “ex-jogador” por aí antes do clássico deste domingo. Pagou caro pela boca, como ressaltaram Caio Maia, Paulo Calçade, Benjamin Back e Fernando Faro no Blog do Juca Kfouri.

Quando os dirigentes brasileiros aprenderão a ficarem quietos? De cabeça, lembro de outras bobagens ditas e engolidas por Roberto Horcades, no Fluminense, e Márcio Braga, no Flamengo.

Aprenda, Leco: de Ronaldo não dá para duvidar. Ele já calou a boca de todo mundo muitas vezes. Com toda calma possível, não duvido que Ronaldo seja artilheiro do Brasileiro, volte para a Seleção, vá para a Copa e tudo mais… Aprenda, Leco!

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