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Posts Tagged ‘Llorente’

Em negrito – o jogador e o time que pretende contratá-lo
Em itálico – a posição e o último time do atleta

A fonte do boato está linkada no nome do jogador

DEMOROU!

Arsenal – Stekelenburg (G-Ajax) – É mais um goleiro que os Gunners precisam realmente tentar contratar para o lugar de Almunia. Mas a concorrência está grande…

Barcelona – Tévez (A-Manchester City) – É um jogador excelente que só precisa de um time melhor arrumado, como o Barça, para estourar de vez.

Inter de Milão – Schweinsteiger (V-Bayern de Munique) – O volante poderia melhorar ainda mais a saída de bola da Inter de Milão, algo realmente necessário no time italiano.

Juventus – Fernando Torres (A-Liverpool) – Está insatisfeito na Inglaterra e é um dos melhores do mundo entre os centroavantes, posição na qual a Juve realmente precisa de reforços. Ou seja, seria ótimo para todos.

Manchester City – Alexandre Pato (A-Milan) – Faria uma dupla de ataque infernal com Tévez, já que ambos são versáteis e sabem jogar tanto dentro quanto fora da área.

Manchester United – Michel Bastos (M-Lyon) – Seria uma boa opção para as jogadas pelas laterais, que sentem falta de Valencia, gravemente lesionado.

Milan – Fábio Coentrão (LE-Benfica) – Foi um dos melhores laterais-esquerdos da Copa de 2010 e merece esse chance em um time grande da Europa.

Real Madrid – Rooney (A-Manchester United) – É um dos melhores atacantes do mundo, então é claro que cairia como luva no time em que ele se reencontraria com Cristiano Ronaldo, repetindo uma dupla que impressionou em 2008.

TANTO FAZ…

Inter de Milão – Rodrigo Palacio (A-Genoa) – Faz funções interessantes em campo, mas seria no máximo um reserva útil.

Inter de Milão – Xabi Alonso (V-Real Madrid) – É bom jogador e conta com a confiança do técnico da Inter, mas é semelhante a opções que o time já tem.

Juventus – Adebayor (A-Manchester City) – Mudaria muito pouco em comparação com as opções que a Juve já tem em seu elenco atualmente.

Manchester United – Gourcuff (M-Lyon) – Não acho que ele tem condições de chegar, ser titular e resolver, mas tem características do jogador que o time está precisando. Então pode dar certo.

Real Madrid – Nilmar (A-Villareal) – O time já tem atacantes demais e, mesmo que eles não estejam em grande fase, não seria fácil para o brasileiro se firmar.

CAI FORA!

Barcelona – Denílson (V-Arsenal) – Seu estilo de jogo não combina perfeitamente com o do Barça e, além disso, a recente chegada de Mascherano complicaria sua briga pelo titularidade no time espanhol.

Barcelona – Pepe (Z-Real Madrid) – Nunca me convenceu de que é tudo o que comentam sobre ele no futebol espanhol. Esse não me engana: é atrapalhado e estabanado mesmo!

Juventus – Maxi López (A-Catania) – Costumar ter curtas fases boas, mas na verdade a Juve precisa de um atacante que resolva com mais regularidade.

Liverpool – Kiessling (A-Bayer Leverkusen) – Até é um bom jogador, mas não seria um substituto à altura de Fernando Torres, que está cada vez mais fora do Liverpool.

Liverpool – Muntari (V-Inter de Milão) – Não gosto do futebol do ganês e os Reds já têm opções melhores pra essa posição.

Manchester United – Benzema (A-Real Madrid) – Não faria muito diferente do que Berbatov tem feito no time.

Manchester United – Douglas Costa (M-Shakhtar Donetsk) – Ainda é uma aposta arriscada demais para o futuro. Ainda mais se for tratado como o “novo Cristiano Ronaldo”.

NÃO ENXERGAM?

Fernando Llorente(A-Athletic de Bilbao) – O grandalhão está em grande fase e poderia ir para times que precisam de centroavantes. Não faltam clubes nessa condição na Europa. Por enquanto ele só foi sutilmente cogitado no Real Madrid.

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A Espanha não pode se iludir com a vitória por 1 a 0 diante de Portugal. Contra um time extremamente recuado, a equipe de Vicente Del Bosque mostrou defeitos táticos, estratégicos e erros em sua escalação. Mesmo assim, venceu. O que não significa que está tudo bem…

O principal defeito não é difícil de enxergar: o time é torto. Com Villa aberto na ponta esquerda, falta alguém que jogue pela direita. Apenas o lateral Sergio Ramos tenta atacar por ali, mas o apoio não é sua principal virtude. Iniesta também ajuda, mas sua tendência é de fechar pelo meio. Veja o mapa de como se posicionaram os espanhóis no 1º tempo do jogo desta terça:

Enquanto Villa (7) cria pela esquerda, há um buraco quase sem ninguém na ponta direita, poucas vezes ocupado por Iniesta (6)
Enquanto Villa (7) cria pela esquerda, há um buraco quase sem ninguém na ponta direita, poucas vezes ocupado por Iniesta (6)

Não é à toa que as estatísticas da Fifa comprovam: a Espanha é o time classificado para as quartas que mais ataca pela esquerda – 23 vezes na Copa. Como resolver isso? Aí começa uma discussão sobre escalação…

Jesús Navas, Mata, David Silva ou até Pedro poderiam ser escalados para jogar pela ponta direita, mas… quem sairia para eles entrarem? Seguestão: com a saída do Busquets, por exemplo, o time ainda poderia resolver outro problema: o excesso de lentidão que tem feito a Espanha sofrer contra retrancas, como aconteceu diante da Suíça também.

Manter Fàbregas no banco de reservas é outro problema. O meia do Arsenal é outra opção para entrar na vaga de Busquets, o que avançaria o time e faria com que, automaticamente, Iniesta se deslocasse com mais frequência pela direita.

Outra mudança na escalação já muito discutida pela própria imprensa espanhola é a troca de centroavante: entraria Llortente e sairia Fernando Torres, já que este tem decepcionado, até por conta de seus problemas físicos.

Dessa forma, só dá pra concluir que a Espanha precisa mudar. Afinal, todas as dificuldades enfrentadas pela seleção contra Portugal serão repetidas nas quartas de final. O Paraguai vai recuar e esperar a subida adversária para só então contra-atacar.

Vicente Del Bosque tem duas opções para alterar esse cenário: perceber os problemas citados acima e mexer no time ou seguir iludido e ver a Espanha sofrer novamente. É difícil demais acreditar em vitória paraguaia, mas a Fúria precisa acordar e melhorar desde já, pois tem várias opções para arrumar essa equipe e brigar pelo título da Copa.

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Não dá pra explicar a primeira zebra da Copa do Mundo de 2010 apenas por questões táticas. A derrota da Espanha diante da Suíça aconteceu por erros de arbitragem, pelas lesões de vários jogadores e por outros detalhes que só o futebol possui. Mas existe um tanto de erro estratégico nesse jogo também: o melhor elenco do Mundial não foi bem escalado.

O técnico da Espanha, Vicente Del Bosque, optou por um 4-5-1, tática mais do que comum nesta Copa, mas não era necessário. Talvez no 1º tempo. Nunca no 2º. Como Mauro Cezar Pereira escreveu, “Vicente del Bosque foi conservador. Escalou dois volantes e manteve a dupla após o intervalo, mesmo depois de um primeiro tempo no qual os suíços finalizaram uma vez”.

O que ele precisava era tirar um dos volantes que não apoiam tão bem (Xabi Alonso e Busquets) para escalar um atacante. Mesmo que Fernando Torres não aguentasse os 90 minutos, ainda tinha Llorente (ou Mata e Pedro, com mais movimentação) para jogar no 4-1-3-2, como a Argentina contra a Coreia do Sul, e dar mais trabalho para os zagueiros suíços, Von Bergen e Grichtin – este, aliás, já tinha um cartão amarelo e poderia ser expulso.

Outro erro: o time ficou torto para a esquerda. Paulo Calçade enxergou perfeitamente a questão: “os espanhóis insistiram em jogar pela esquerda, atraindo a marcação para o setor e abrindo o lado direito para Sérgio Ramos. Não funcionou”. O lateral-direito espanhol foi bloqueado por Gelson Fernandes, que depois fez o gol decisivo do jogo.

À parte os erros da Espanha, é preciso valorizar a postura e o empenho da Suíça, que esbanjou méritos defensivos. André Rocha elogiou a “comovente disciplina tática” da equipe. Eduardo Cecconi explicou bem o 4-4-2 compactado e organizado que o ótimo técnico Ottmar Hitzfeld organizou.

A sorte da Espanha é que o próximo adversário dela é o time de Honduras. Del Bosque poderá testar uma formação melhor contra um time fraco e reconquistará a confiança dos espanhóis para o duelo decisivo contra o Chile. É óbvio que a seleção espanhola não deixou de ser favorita. Mas terá que mudar – inclusive taticamente – para justificar tal condição.

Espanha 0 x 1 Suíça - por Mauro Betting
A tática da Espanha no final do jogo foi mais próxima do ideal. Sem desespero, pode dar certo


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