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Posts Tagged ‘Muricy Ramalho’

10 razões para explicar uma goleada histórica

Não dá para simplificar o que aconteceu neste domingo. O que o Barcelona fez com o Santos foi um massacre, um chocolate, um baile, um banho, um atropelamento. Enfim, como queira chamar. Mas por que isso aconteceu? É importante entender isso para fazer aquilo que Neymar pediu após o jogo: aprender a lição e evoluir.

E existem várias razões para o show do Barcelona ter acontecido. O Santos errou demais, mas também existem os mérito do time catalão. Tudo isso foi abordado por vários comentaristas esportivos após o jogo. E agora tento resumir as dez razões mais apontadas para o Barcelona ter goleado o Santos por 4 a 0 no Mundial de Clubes. Seguem as opiniões que entraram em campo:

10º) Falta de noção
Por desconhecimento ou falta de profissionalismo, o real poder do Barcelona não foi entendido completamente. Isso não abalou o Santos como um todo, mas certamente houve alguma influência em um ou outro jogador.

Como bem escreveram Carlos Pizzatto e Cassiano Gobbet, partes da imprensa fizeram tentativas de reduzir a dimensão desse genial Barcelona. Comparações absurdas foram feitas e só depois do jogo alguns perceberam que o Barça é um dos melhores times de futebol da história. Tarde demais.

9º) Neymar não jogou
Neymar “não viu a cor da bola” e “a bola não recebeu o devido carinho do craque”. Alberto Helena Jr. tem total razão nessas observações. Se o Santos tinha alguma chance de vencer o Barcelona, dependia de uma grande atuação de Neymar. O que esteve longe de acontecer.

Mas também é preciso enxergar além: caso Neymar tivesse feito uma grande partida, bastaria para vencer? Duvido! Nem um clone de Messi seria capaz de vencer o Barcelona “sozinho”. Por isso outros fatores foram muito mais decisivos para que a goleada acontecesse…

8º) Ganso não marcou
A análise de Leonardo Bertozzi é perfeita: ele lembra que o Real Madrid, acostumado a enfrentar o Barcelona com três volantes, apostou recentemente em manter Özil no meio-campo. Mas o alemão ajudou pouco na marcação e isso contribuiu para que o Barça vencesse.

Algo semelhante aconteceu com o Santos, mas em uma proporção muito maior: Ganso mostrou uma preguiça vergonhosa e fez com que seu time ficasse sempre com um a menos quando se defendia. E perder um atleta na marcação é fatal contra um time que se movimenta tão bem como o Barcelona.

7º) Time ficou apático
Não dá para culpar só Neymar e Ganso. Os outros jogadores do Santos têm uma parcela de culpa. Eles se mostraram apáticos em campo, não sei se por medo ou problemas internos. Mas faltou raça, confiança e comprometimento sim.

“Era preciso marcar, desarmar, lutar pela bola o tempo todo”, escreveu Mauro Cezar Pereira. Foi isso que faltou. Parece que os jogadores entraram conformados com a derrota e os gols aos 20 minutos de jogo só serviram para desanimá-los ainda mais.

6º) Faltou preparação
Desde que ganhou a Copa Libertadores, o Santos não parou de pensar no Mundial. Fez milhões de campanhas de marketing, mas esqueceu-se do principal: era preciso entrar em campo e não fazer feio. Não conseguiu também por causa da diretoria e da comissão técnica.

Como escreveu Marcelo Bechler, “o Santos usava o Brasileiro para não cair, e era um desperdício”. O time brasileiro ficou muito preocupado com a questão física e esqueceu da parte tática. Poupou jogadores no segundo semestre e sequer fez coletivos no Japão, sempre com a intenção de evitar lesões. Mas no final eles ficaram muito mais desgastados, porque só correram atrás do Barcelona.

5º) Faltou estratégia

Muricy errou feio demais

Não deu para entender o que Muricy pediu para seus jogadores. No começo até parecia que o Santos ia pressionar o Barcelona, como sugeri aqui. mas não dá para fazer isso só com os três jogadores da frente. O time todo teria que avançar. Não deu certo e, depois disso, só houve desespero.

“O maior problema do Santos foi não ter uma proposta de jogo. Entrou para marcar o Barça? Ou para tentar atacá-lo? O congestionamento na entrada da área era estratégia? Ou era bololô?”, questionou bem Caio Maia. Milan e Real perderam para o Barça, mas já conseguiram pelo menos alguma estratégia útil para vencê-lo no futuro. O Santos passou longe disso.

4º) Faltou tática
A troca de Léo por Elano foi o grande erro do jogo. Qualquer ignorante percebeu que essa escolha de Muricy atrapalhou demais o time. Com mais jogadores na defesa, o Santos atraiu o Barcelona. E, como escreveu Menon, “trazer aquele toque de bola para perto da área é suicídio”.

Enquanto isso, o Barcelona apenas consolidou ainda mais o seu novo 3-4-3, que muda durante o jogo e mostra influências de Cruyff, como bem destacou Lucas Imbroinise. De fato foi uma aula de tática. E Muricy mostrou que realmente tem muito a aprender nesse sentido…

3º) Diferença de conjunto
Mais importante do qualquer duelo individual ou análises táticas é perceber a diferença entre os conjuntos de Barcelona e Santos. Era bobeira fazer qualquer comparação entre jogadores, porque a força coletiva do time catalão é muito maior. O entrosamento é perfeito, inclusive entre jogadores que entraram agora na equipe, como Fábregas, Thiago Alcântara e Alexis Sánchez.

“O que ficou evidente é que confrontos individuais nem poderiam existir diante de uma diferença técnica coletiva tão grande”, analisou bem Otávio Maia.

2º) Categorias de base
Acima de tudo, foi a vitória de um modelo. Houve um jornalista no Japão, não sei quem, que tentou apontar a diferença financeira como fundamental para explicar a goleada. Ouviu de Guardiola a melhor resposta possível: o Barcelona revela seus principais jogadores. Nem sempre precisa gastar absurdos para contratá-los.

E aí sempre aparecerá um ufanista para lembrar que o Santos e seus “Meninos da Vila” também são frutos de uma categoria de base forte. Para esses apenas recomendo o texto de Pedro Venancio, que explica bem a diferença entre os dois modelos. Os espanhóis formam jogadores com um método elogiável. Os brasileiros improvisam e às vezes dão sorte.

1º) Barcelona
Esse é o maior responsável pelo vexame que o Santos passou. “O Barcelona é um time extraordinário, está fora da curva, é o melhor time do planeta e massacra adversários indiscutíveis há três anos”, resumiu bem PVC.

Pouco interessa se é o Real Madrid, o Manchester United, o Santos, o Fluminense ou o Mogi Mirim. O Barcelona dá a impressão que vai massacrar, dar um banho e atropelar qualquer um. Só nos resta analisar, aplaudir e o mais importante: aprender com ele.

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Agora já acabaram as ressalvas: podemos falar do confronto entre Santos e Barcelona sem ter que citar Kashiwa, Al-Sadd, “se” ou “talvez”. O Mundial de Clubes de 2011 vai ter a final que todos esperavam. Uma decisão que valoriza o futebol bonito e o poder dos craques. Um show!

Mas nem tudo é festa para o Santos. A semifinal contra o Kashiwa trouxe algumas preocupações. Descontados o peso da estreia e a falta de ritmo, um problema chamou atenção: a falta de marcação forte, sob pressão, o que resultou em pouco controle de jogo exercido pelo Santos.

Ninguém conseguiu até hoje uma fórmula para bater esse impressionante Barcelona. Mas José Mourinho e o Real Madrid já acharam uma arma importante: é preciso pressionar a saída de bola do time catalão, desde a sua intermediária, com força e intensidade. Com isso é possível neutralizar o ponto forte desse Barça, que sempre foi o toque de bola.

É claro que não dá para fazer isso o tempo todo e é preciso encontrar outras armas. Além disso, por essa pressão ser algo desgastante, talvez Muricy tenha pedido para os jogadores não fazerem isso contra o Kashiwa. Mas é essencial que o time tente essa estratégia pelo menos por algum tempo, para quem sabe forçar o Barça a errar, achar um gol e depois tentar se defender como for possível. Só consigo ver o Santos ganhar assim.

Até porque ainda existem outros pontos fracos no time santista. A lateral-esquerda, com Durval improvisado, já foi um problema com Sakai atacando por lá. Imagine então como será com Daniel Alves! Além disso, há Elano, que provavelmente não sairá do time titular, mas parece estar na mesma forma física do meio do ano, quando só se destacava pelas más atuações.

Dessa forma, fica difícil fugir do óbvio e apostar que o Santos realmente tenha chances de vitória na final do Mundial de Clubes. Mas se Muricy quiser aumentar esssa probabilidade, é preciso pressionar o Barcelona. Já seria um bom começo…

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O clássico paulista desta quarta-feira é muito mais decisivo do que parece ser. São Paulo e Corinthians vão se enfrentar em um jogo que não vale só 3 ou 6 pontos. Vale mais. É quase uma final antecipada, pois coloca frente a frente os dois times com mais chances de título no Brasileirão atualmente.

Luís Fabiano e Adriano na Seleção
Jogadores com nível de Seleção ainda podem reforçar São Paulo e Corinthians na reta final do Brasileirão

Entendo que o momento seja do líder Vasco e por isso talvez soe estranho excluí-lo desse grupo de favoritos. Mas é impossível não pensar que uma hora ou outra, mais cedo ou mais tarde, o time sentirá a falta de Ricardo Gomes. Infelizmente. A previsão é que o técnico só volte daqui a seis meses, então isso ainda deve complicar a campanha do time carioca.

Outro time do Rio, o Botafogo, também tem condições teóricas de brigar pelo título. Mas na prática trata-se de um time limitado e que já surpreendeu demais. Caio Júnior e seus comandados precisam enxergar a realidade e se concentrar na briga por uma vaga na próxima Copa Libertadores, porque algo além disso é sonhar alto demais.

Mais abaixo na tabela é possível enxergar dois grupos: times em decadência e clubes que precisam de uma arrancada muito forte para entrar na briga pelo título. Palmeiras e Flamengo se encaixam na primeira parte, já que estão muito mal e dificilmente terão forças para reagir.

Já a segunda parte tem Fluminense, Internacional e Santos. Mas conseguir uma arrancada tão rápida no Brasileirão não é fácil. E só o time de Muricy Ramalho, com seu elenco recheado, teria forças para isso. O difícil é saber se o pensamento no Mundial, cada vez mais perto de acontecer, não vai fazer os jogadores desanimarem novamente, como no começo do Brasileirão.

Portanto, com tantos problemas nos rivais, São Paulo e Corinthians se isolam como grandes favoritos ao título do Brasileirão. Não que eles não tenham problemas. Mas eles ainda podem contar com duas soluções importantes: Luís Fabiano e Adriano. O primeiro deve voltar neste final de semana e o outro no começo de outubro. Quem estiver melhor recuperado tem tudo para ser decisivo na reta final. Mas este momento decisivo, ironicamente, começa sem a presença deles, já nesta quarta-feira.

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Vai começar a Copa América! É uma competição pouco atraente para muitos, os próprios jogadores não parecem se importar tanto, mas uma pessoa precisa se preocupar especialmente com ela: Mano Menezes. O técnico da Seleção Brasileira pode sim perder o cargo na Argentina, até porque há uma sombra grande crescendo atrás dele. Explico…

Muricy Ramalho é o nome dessa sombra. Com o título do Santos na Copa Libertadores, ele afastou mais uma de tantas críticas tolas que fazem sobre seu trabalho. Arrumou a defesa santista rapidamente, soube lidar com os vários desfalques do time e provou porque é o melhor técnico do Brasil atualmente.

Muricy Ramalho e Mano Menezes

Vai entregar o cargo também, Mano?

Por outro lado, Mano não conseguiu até agora sequer um resultado convincente com a Seleção. Apenas perdeu ou empatou jogos difíceis e até algumas vitórias contra equipes fracas foram magras, discretas, feias mesmo. É claro que não dá pra analisar apenas resultados e é preciso lembrar que Mano também já acertou algumas vezes. Mas todos sabem o quanto são importantes os resultados para segurar um técnico no futebol brasileiro.

Então chegou a hora de provar que a Seleção vai evoluir. Tempo não vai faltar e nem obra-prima – os principais jogadores do Brasil foram convocados e estão aptos a jogar. Já existe até um time titular definido, que é bem forte: Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos; Ramires, Lucas Leiva e Ganso; Neymar, Alexandre Pato e Robinho

Eu faria poucas modificações no time acima. O problema, porém, é maior do que colocar esse ou aquele jogador. É preciso encaixar a movimentação certa no ataque. Não pode acontecer, como contra a Holanda, da equipe ficar congelada, com os jogadores distantes uns dos outros. Dessa forma, a Seleção ficará dependente de lances individuais.

E é nisso que entrará o papel de Mano Menezes. Ele precisa corrigir esse problema e ainda manter o time forte defensivamente. Caso consiga, vai longe na Copa América e se firma no cargo até 2014. Caso contrário, Muricy está pronto para substituí-lo e a pressão para que isso aconteça será enorme.

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Não dá para falar de Fluminense sem falar de Nelson Rodrigues. Só ele conseguiria transformar em palavras a magia que está ao redor desse time no momento. Só ele saberia traduzir a emoção desse tricampeonato tricolor. Além dele, só outros dois personagens merecem ser tão exaltados nesse instante.

O Fluminense é o maior time do Brasil! Afinal, “grandes são os outros. O Fluminense é enorme”, como repetiria Nelson Rodrigues. Há quem vá discordar, claro. Há quem vá falar de números de títulos. Há quem vá falar de tamanho da torcida. Há quem vá simplesmente, falar, falar e falar… Pois eu falo o que importa, sempre através de Nelson Rodrigues: “Podem me dizer que os fatos provam o contrário, que eu vos respondo: pior para os fatos”.

Mas nada vem sem suor, sem batalha, sem guerra e sem trabalho. Muito trabalho, meu filho. É o que diria o Tetra – esse personagem tão controverso, divertido e decisivo para o título do Fluminense. Alguém que também pode definir essa conquista, não com palavras, mas com gestos. E até com sonhos…

“Essa noite eu sonhei com o Telê Santana. Sonhei que estava dando um abraço nele, ele estava vivo e muito feliz, eu vi”, contou o Tetra. Fica a prova que dessa vez não houve espaço para o Sobrenatural de Almeida. Até o que aconteceu de milagroso foi totalmente Tricolor nesse domingo divino.

Outro milagre: um argentino virar rei, ídolo e todo poderoso no Brasil. Impossível? Quase. Pois não era qualquer argentino. Era o Argentino. Aquele que jogou todas partidas, aquele que fez todos gols, aquele que deu todas assistências – e que é ainda aquele que exala humildade a cada palavra não falada após seus feitos.

“Se o Fluminense jogasse no céu, eu morreria para vê-lo jogar”, dizia Nelson Rodrigues. Pois eu adapto: se o Argentino jogasse no céu, eu morreria para vê-lo jogar. Valeria a pena. O que ele fez em 2010 mostrou que qualquer esforço seria pequeno. O esforço dele não teve medidas. O talento dele não teve medidas.

O que aconteceu nesse Brasileirão 2010 mostrou como Nelson Rodrigues sempre esteve certo ao defender o Fluminense. Tudo o consagrou. E consagrou também outros dois imortais – agora não dá mais para falar de Fluminense sem falar do Tetra Muricy Ramalho. Agora não dá mais para falar de Fluminense sem falar do Argentino Darío Conca. Parabéns, tricolores!

Foi divino. Foi sobrenatural

Foi divino. Foi sobrenatural

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O ORGULHO DA TORCIDA

Atlético-MG – Conseguiu vencer o Goiás e se livrou de uma vez por todas do rebaixamento, como esperado por esse blog há tempos.

A PIADA DOS ADVERSÁRIOS

Flamengo – Em casa, perdeu para o Cruzeiro de virada e só se livrou do rebaixamento por causa de outros resultados.

TROFÉU HERÓI

Caio – A grande novidade do Avaí no campeonato foi esse meia habilidoso e objetivo, que fez três gols na vitória contra o Santos, livrando o Leão da Ressacada de vez do rebaixamento.

TROFÉU VILÃO

Ronaldo – O jogador do Guarani fez um pênalti decisivo na derrota do seu time contra o Goiás. Dessa forma, o Bugre foi rebaixado para a série B.

DESTAQUE PARA O JOVEM

Lucas Zen – Olho nele! É um jovem que jogou na vitória do Botafogo contra o Grêmio-SP e pode atuar tanto de volante como de zagueiro, sendo importante para o time futuramente, em 2011.

VALEU O INGRESSO

Caio – O meia do Avaí fez um dos gols mais bonitos do Brasileirão ao driblar três jogadores do Santos e finalizar com precisão.

UM SHOW EM 90 MINUTOS

Flamengo 1 x 2 Cruzeiro – A reação do time mineiro movimentou a partida, que teve emoção de sobra.

TÉDIO EM 90 MINUTOS

Inter 1 x 1 Vitória – Nem o desespero do time baiano fez o jogo ser mais atraente, já que a partida praticamente não teve 1º tempo e só melhorou por pouco na 2ª etapa.

DETALHE TÁTICO

Corinthians e Cruzeiro com 2 meias – Os dois candidatos ao título, que costumam jogar com 3 volantes, adotaram táticas mais ofensivas e conseguiram seus resultados. E se tivessem feito isso antes?

DETALHE DO TÉCNICO

Muricy Ramalho – O técnico do Fluminense foi bem ao colocar Tartá em campo para substituir Deco. O jovem fez o gol decisivo do jogo contra o Palmeiras.

O FUTEBOL É INJUSTO

Atlético-GO merecia mais – Só um empate contra o São Paulo não foi justo. Com mais disposição, naturalmente, os rubro-negros mereceram a vitória.

O FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

Ceará – Mesmo com pouca ambição no campeonato, o Vovô conseguiu um empate que acabou com o objetivo do Atlético-PR e se classificou para a Copa sul-Americana de 2011.

PAPO RETO

Flamengo,

Não se iluda.

Você se livrou do rebaixamento, mas precisa reformular seu elenco se quiser escapar de novo no ano que vem.

ACRÉSCIMOS

Última rodada – Botafogo x Grêmio e Vitória x Atlético-GO serão como verdadeiros mata-matas. Que jogaços!

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O ORGULHO DA TORCIDA

Atlético-MG – Venceu inapelavelmente o Flamengo por 4 a 1 e melhorou demais sua situação na luta contra o rebaixamento.

Há semanas atrás, já cravei aqui que o Galo não cairia. Confio cada vez mais nesse palpite…

A PIADA DOS ADVERSÁRIOS

Fluminense – Por pouco não perdeu em casa para um Goiás praticamente rebaixado. Mesmo o empate por 1 a 1 pouco serviu, já que a liderança foi perdida para o Corinthians.

TROFÉU HERÓI

Paulo Baier – Fez os dois gols da vitória do Atlético-PR, que agora está surpreendentemente no G4 do Brasileirão 2010.

TROFÉU VILÃO

Zé Eduardo – O atacante do Santos desperdiçou uma cobrança de pênalti que teria dado a vitória para o seu time contra o Grêmio, em jogo que terminou empatado por 0 a 0 mesmo.

DESTAQUE PARA O JOVEM

Lucas Gaúcho – O jovem centroavante do São Paulo, segundo principal destaque da última Copa SP, fez um gol de letra contra o Vasco e empatou o jogo em 1 a 1.

VALEU O INGRESSO

Rafael Sóbis – O atacante do Inter finalmente mostrou o que sabe, apesar da derrota do Inter.

Com uma bela virada e um chute preciso no ângulo, ele fez o principal golaço de uma rodada cheia de belos lances, como os fortes arremates de Éder Luis e Geraldo, além das boas jogadas de Patric e Marquinhos.

UM SHOW EM 90 MINUTOS

Fluminense 1 x 1 Goiás – Os dois times precisavam muito da vitória e, apesar do desespero, fizeram um jogo agitado com um resultado justo.

TÉDIO EM 90 MINUTOS

Atlético-GO 3 x 0 Palmeiras – Foi chato ver a superioridade do time goiano contra uma equipe inexperiente, bagunçada e desinteressada.

DETALHE TÁTICO

Flamengo – Luxemburgo não sabe o que quer. Dessa vez optou por 3 volantes para enfrentar o Atlético-MG e saiu derrotado por 4 a 1.

Pior: voltou a ser sério candidato ao rebaixamento, pois, apesar de ter 40 pontos, não mostra sinais de recuperação e segue com um time bagunçado, sem padrão algum.

DETALHE DO TÉCNICO

Muricy Ramalho – O técnico do Fluminense errou na escalação, mas pelo menos corrigiu bem ao colocar Washington, Rodriguinho e principalmente Diguinho em campo. Com eles, pelo menos veio o empate contra o Goiás.

O FUTEBOL É INJUSTO

Cruzeiro prejudicado – Não foi pênalti em Ronaldo no lance que decidiu o grande duelo entre o time mineiro e o Corinthias.

O FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

Avaí – Em pleno Beira-Rio, venceu o Inter por 3 a 2 e desencadeou até uma preocupação a mais no time gaúcho, que jogou com titulares e mostrou que tem problemas para resolver até o Mundial.

PAPO RETO

São Paulo e Palmeiras e Vasco,

E agora?

Vocês mostraram na rodada que terão poucos objetivos para atingir no Brasileirão. Porém, chegou a hora de decidir se vocês entregarão seus jogos contra Fluminense e Cruzeiro. O que acontecerá?

ACRÉSCIMOS

Série B 2011 – Seis times brigam para não ocupar as 2 vagas restantes na segunda divisão do ano que vem.

Guarani, Avaí, Vitória, Atlético-MG, Flamengo e Atlético-GO fazem a disputa mais imprevisível da reta final desse Brasileirão. Não consigo nem arriscar palpites…

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